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Os Joes seguem comemorando os 12 anos da Distintivo Blue. Nesta semana, nosso encontro é ao vivo, no perfil da banda no Instagram: quinta feira, às 20h, pocket show com o melhor do blues autoral do sudoeste baiano. Não perca e compartilhe! 

SERVIÇO
O Que: Pocket show Distintivo Blue Orgânico 12 Anos
Quem: Distintivo Blue (acústico)
Quando: Quinta feira, 16 de setembro de 2021, às 20h
Onde: Perfil da banda no Instagram: http://www.instagram.com/distintivoblue
Quanto: de graça - cachê voluntário por Pix (contato@distintivoblue.com) ou PicPay (@distintivoblue)

E na próxima semana tem show presencial. Continue conosco!

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Encerramento do XIV Encontro Regional Sudeste de História Oral com a Entrevista Pública: História Oral e novas tecnologias  com a presença de:

Cantora Leila Maria

Prof. Dr. Ricardo Santhiago

O mediador será o Prof. Dr. João Paulo Lopes (Instituto Federal do Sul de Minas)




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RESUMO: Este artigo  analisa a formação da Vanguarda Paulista Instrumental (VPI) como objeto  de  estudo  central  para  refletir  e investigara  articulação  entre  jazz  brasileiro,  música popular  e  composições  instrumentais  durante  o  último  terço  da  ditadura  civil-militar  (1964-1985).  No  final  dos  anos  1970  e  início  dos  1980,  o  mercado  musical  brasileiro  passou  por diversas transformações. Nesse período, a VPI incorporou novas sonoridades para o universo da   música   popular   instrumental   e   do jazz   brasileiro.   Baseando   suas   propostas   no experimentalismo  do jazz  fusion em atrito com diversas noções de “brasilidade musical”, encontrou  na  produção  musical  independente  a  possibilidade  de  mediação  para  incluir  suas obras na indústria fonográfica brasileira. São bandas como Metalurgia (1981-1983), Pé Ante Pé (1979 -1983), Divina Increnca (1978 -1981), Pau-Brasil (1978), Grupo Um (1976-1984), entre  muitas  outras. A  Vanguarda  Paulista  Instrumental é  formada  pela  convergência  de determinados elementos e características que circunscrevem tanto as soluções para a gestão de carreira artística quanto a estética musical das bandas em um mesmo campo de possibilidades, bastante específico, conforme veremos neste texto. 

PALAVRAS-CHAVE: Jazz   brasileiro.   Música   popular   brasileira   instrumental.   Lira Paulistana. Vanguarda Paulista. Ditadura civil-militar.

*Este texto é parte da introdução e do primeiro capítulo da minha tese de doutorado em andamento. **Renan Branco  Ruiz é  doutorando em História e  Cultura social pela Universidade  Estadual Paulista (UNESP). BolsistaCAPES. E-mail: renan.ruiz@unesp.br






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[OUÇA PREFERENCIALMENTE COM FONE DE OUVIDO]

12 anos após o nascimento da Distintivo Blue, os Joes retornam das cinzas da pandemia em sua formação originalíssima, tal qual os primeiros ensaios da banda, em 2009: power trio acústico, com I. Malförea na voz e cajón, Camilo Oliveira no violão e voz e Rômulo Fonseca no violão e voz. É uma verdadeira celebração ao blues autoral do sudoeste da Bahia.

Nesta sessão, gravada em 30 de agosto de 2021, a DB executa várias de suas principais canções, passando por toda a discografia. O vídeo completo ainda está em fase de edição, mas fique atento(a): de vez em quando um aperitivo surgirá por aqui, a começar por "Blues do Covarde", primeira faixa do primeiro EP da banda, lançado em 2011, em edição limitada a 110 cópias, com faixa multimídia personalizada (cada mini-CD continha conteúdo único). Posteriormente, foi lançada uma segunda edição, prensada e com alterações gráficas. A banda durante bom tempo abriu seus shows com esta faixa. FICHA TÉCNICA Distintivo Blue - Orgânico 12 Anos Blues do Covarde (I. Malförea) I. Malförea - voz, cajón Camilo Oliveira - violão Rômulo Fonseca - violão Produzido no inverno de 2021 por I. Malförea na Sala Angelina Timóteo de Oliveira Vitória da Conquista-BA, Brasil TODOS OS LINKS DA DISTINTIVO BLUE:

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É bem possível que você, ao navegar pelos nossos posts originais, se depare com a chata experiência de clicar em um link para o nosso próprio site e ele esteja quebrado. Pois bem: isso se dá pelos motivos que explicamos NESTE POST, publicado em 2018. Em resumo, a BLUEZinada! quase morreu por falta de apoio, e tivemos que abrir mão do nosso domínio original (www.bluezinada.com.br) para vinculá-lo ao domínio da Distintivo Blue (www.distintivoblue.com) por uma questão de economia. Dessa forma, foi possível manter o site no ar mesmo sem atualizações, uma vez que há um conteúdo valioso por aqui, que entendemos dever ser sempre acessível. 

Assim, enquanto não conseguimos atualizar ao menos os principais posts do site, sempre que você clicar em algum link interno e ele não funcionar, verifique se, na barra de endereços, ele começa com "http://www.bluezinada.com/". Se for este o caso, substitua esse trecho por "http://bluezinada.distintivoblue.com" e certamente ele funcionará. Se ainda tiver um tempinho a mais, nos comunique sobre essa página específica, para que isso não aconteça mais vezes. O contato pode ser tanto pela área de comentários da página quanto por e-mail: bluezinada@distintivoblue.com.




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O Mississippi um dia desaguou na Bahia

Desde 2016 o Festival Cachoeira Agosto do Blues celebra anualmente a memória do blues, a fim de promover e preservar o rico legado, a tradição e o futuro desta grande forma de arte. Mais do que isso, o Festival busca estabelecer o paralelo entre a cidade de Cachoeira e o estado do Mississippi, berço do Blues nos EUA, celebrando as tradições da cultura negra que margeiam os rios que lhes banham, respectivamente Paraguaçu e Mississippi. 

Chegando a sua quinta edição em 2020, Cachoeira Agosto do Blues se reinventou diante da pandemia para celebrar o Blues produzido na Bahia. Assim, o Festival realizou uma série de apresentações ao vivo (live stream) no instagram, através do canal @cachoeiraagostodoblues. Foram 17 domingos, entre os meses de maio e agosto, em que foram realizadas 35 lives envolvendo 50 músicos da Bahia, outros Estados, além, da Argentina e EUA, que puderam expressar a linguagem do blues para um público virtual que acompanhou o evento nas redes. 

Para encerrar o ano, a produção do evento, em colaboração com músicos que participaram do Festival nas lives e ao longo das edições anteriores, preparou um vídeo em homenagem a Álvaro Assmar, grande bluesman baiano. Álvaro já havia sido homenageado na terceira edição do evento, em 2018. A música escolhida foi "Pra Sempre em Minha Vida", de sua autoria e que inicia com o verso "ouvi dizer que o Mississippi um dia desaguou na Bahia". Nada mais apropriado para festejar o blues à margem do Paraguaçu. 

A gravação contou com Eric Assmar (vocal e ressonator), filho de Álvaro, Adelmo Assmar (contrabaixo), seu irmão, bem como os amigos e companheiros de música Chris Macchi (piano), Luiz Rocha (gaita), Brenoski Libertae (gaita), Candice Fiais (vocal e gaita), Ícaro Brito (lap steel), Janah Ferreira (vocal) e Jr.Wyll (vocal e gaita). Além de entoar os versos de Assmar em vozes distintas do blues baiano, a versão contou com um recheio de gaitas, com direito a arranjos dobrados, lap steel e piano, dando um toque especial à homenagem que vai ao ar no mês que marca a passagem do saudoso Álvaro. O resultado pode ser conferido no canal do instagram: https://www.instagram.com/cachoeiraagostodoblues/ ou diretamente no link: https://www.instagram.com/tv/CJCABmYFwgC/ .




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