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Categoria: Assista!
Razões Africanas é um documentário que abordará a relação entre o JONGO, o BLUES, o CONGO e a RUMBA, apontando suas semelhanças, diferenças e origens, principalmente, reconhecendo a contribuição e a influência africana nessas manifestações culturais.
Embora possuam espaços geográficos e instrumentos musicais diferentes, as origens de todos esses ritmos são africanas – e este é o argumento principal a ser revelado para o público.
Para isso, o roteiro começa em Angola, e segue a rota dos navios negreiros passando por Brasil, EUA e Cuba, retratando e entrevistando músicos e pessoas especialistas no assunto, a fim de auxiliar no resgate da identidade destes gêneros musicais e na valorização de suas culturas.
Razões Africanas é um filme universal que valoriza as tradições e o legado cultural do continente africano, um dos maiores representantes do espaço francófono mundial. Ele se inscreve na vocação da Francofonia de promover o diálogo entre as culturas e as distintas visões de mundo que aborda. Neste sentido, o roteiro incluirá também as regiões do Congo e do Mali que juntos integram vários países da África francófon
Formato: Documentário, com cerca de 90 minutos de duração, para exibição em salas de cinema; voltado para um público de todas as idades de apaixonados por música e história.
Fontes: Site oficial | Facebook
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[OUÇA PREFERENCIALMENTE COM FONE DE OUVIDO]
12 anos após o nascimento da Distintivo Blue, os Joes retornam das cinzas da pandemia em sua formação originalíssima, tal qual os primeiros ensaios da banda, em 2009: power trio acústico, com I. Malförea na voz e cajón, Camilo Oliveira no violão e voz e Rômulo Fonseca no violão e voz. É uma verdadeira celebração ao blues autoral do sudoeste da Bahia.

O Mississippi um dia desaguou na Bahia
Desde 2016 o Festival Cachoeira Agosto do Blues celebra anualmente a memória do blues, a fim de promover
e preservar o rico legado, a tradição e o futuro desta grande forma de arte. Mais do que isso, o Festival busca
estabelecer o paralelo entre a cidade de Cachoeira e o estado do Mississippi, berço do Blues nos EUA,
celebrando as tradições da cultura negra que margeiam os rios que lhes banham, respectivamente
Paraguaçu e Mississippi.
Chegando a sua quinta edição em 2020, Cachoeira Agosto do Blues se reinventou diante da pandemia para
celebrar o Blues produzido na Bahia. Assim, o Festival realizou uma série de apresentações ao vivo (live
stream) no instagram, através do canal @cachoeiraagostodoblues. Foram 17 domingos, entre os meses de
maio e agosto, em que foram realizadas 35 lives envolvendo 50 músicos da Bahia, outros Estados, além, da
Argentina e EUA, que puderam expressar a linguagem do blues para um público virtual que acompanhou o
evento nas redes.
Para encerrar o ano, a produção do evento, em colaboração com músicos que participaram do Festival nas
lives e ao longo das edições anteriores, preparou um vídeo em homenagem a Álvaro Assmar, grande
bluesman baiano. Álvaro já havia sido homenageado na terceira edição do evento, em 2018. A música
escolhida foi "Pra Sempre em Minha Vida", de sua autoria e que inicia com o verso "ouvi dizer que o
Mississippi um dia desaguou na Bahia". Nada mais apropriado para festejar o blues à margem do Paraguaçu.
A gravação contou com Eric Assmar (vocal e ressonator), filho de Álvaro, Adelmo Assmar (contrabaixo), seu
irmão, bem como os amigos e companheiros de música Chris Macchi (piano), Luiz Rocha (gaita), Brenoski
Libertae (gaita), Candice Fiais (vocal e gaita), Ícaro Brito (lap steel), Janah Ferreira (vocal) e Jr.Wyll (vocal e
gaita). Além de entoar os versos de Assmar em vozes distintas do blues baiano, a versão contou com um
recheio de gaitas, com direito a arranjos dobrados, lap steel e piano, dando um toque especial à homenagem
que vai ao ar no mês que marca a passagem do saudoso Álvaro. O resultado pode ser conferido no canal do
instagram: https://www.instagram.com/cachoeiraagostodoblues/ ou diretamente no link:
https://www.instagram.com/tv/CJCABmYFwgC/ .

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Estreou neste fim de semana na Netflix o documentário Devil at the Crossroads, cinebiografia do lendário rei do Delta Blues, Robert Johnson. Com apenas 48 minutos de duração, aborda uma das grandes lendas urbanas da música popular mundial: o garoto sem talento de Hazlehurst, no Mississippi, que desapareceu por alguns meses, ressurgindo como um prodígio do blues, superando até mesmo seus mentores, como Son House e Willie brown.
O documentário, em geral, não traz grande novidades aos amantes do blues, que já conhecem muito bem a história, com suas pequenas variações, como toda boa lenda. O próprio formato, com depoimentos de grandes guitarristas, como Keb' Mo' e Keith Richards e estudiosos como Bruce Conforth e John Hammond não é novo. Destaque para as histórias contadas pelo neto, Steven Johnson, e o filho, Claude, que foi impedido de conhecer seu pai devido à forte segregação sofrida pelos músicos do blues pelos cristãos da época. Para um leigo, entretanto, é uma ótima forma de iniciação.
A abordagem sobre a vida do grande ícone do blues é sucinta, mas completa, partindo do seu nascimento até sua lápide original, com interessantes mixes de imagens reais locais com animações. Claramente optou-se por uma narrativa mais tradicional, destacando, por exemplo, seu lugar no famoso Clube dos 27, mas ignorando informações mais modernas, embora escassas, como a supostas terceira (2007) e quarta (2015) fotografias, como símbolos, ao menos, do fascínio e carência que Johnson inspira.
Embora não esteja organizada como uma, a série de documentários ReMastered, original Netflix estreou em outubro de 2018, com Who Shot the Sheriff, sobre outro rei, desta vez do reggae, Bob Marley. Ainda há outros ícones, como Johnny Cash na lista, já indispensável aos mais curiosos amantes da música.
FICHA TÉCNICA
Título original: ReMastered: Devil at the CrossroadsTítulo em português: ReMastered: O Diabo na Encruzilhada
Lançamento: 26/04/2019
Distribuição: Netflix
Direção: Brian Oakes
Link oficial (clique aqui)
Confira o trailer legendado:

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Christina Ricci e Samuel L. Jackson
Um filme sobre o blues. Ainda que não nos deparássemos, logo nos primeiros segundos, com o lendário Son House falando sobre o blues, qualquer amante do gênero identificaria seus principais elementos em toda a trama: desilusão, sofrimento, angústia, desespero, sexo, violência, whiskey e alívio na música. Neste filme, lançado em 2007, nos deparamos primeiro com o velho bluesman "aposentado" e agricultor Lazarus Redd (Samuel L. Jackson) que, ilustrando a fala do Son House, enfrenta o fim de seu casamento da pior forma possível: com sua ex-esposa deixando-o por seu próprio irmão. Do outro lado temos Rae Doole (Christina Ricci), uma garota que se tornou ninfomaníaca por ter sido abusada pelo pai por toda a infância. Seu noivo Ronnie Morgan (Justin Timberlake) a deixa sozinha ao se alistar na Guarda Nacional e partir em missão.
Sozinha, Rae se afunda no mundo de drogas e sexo, até ser agredida pelo melhor amigo do seu noivo e ser largada desacordada seminua numa estrada, até ser encontrada por Lazarus, que a leva para casa e, decidindo pelo lado cristão (a velha máxima tão comum nos bluesmen, sobretudo da geração do início do século passado no Mississippi, de estar entre a "música do diabo" e tudo o que a cerca e a vida de acordo com os princípios evangélicos, dá as caras desde o início por aqui. Inclusive, o título do filme em português BR é "Entre o céu e o inferno", o que surpreendentemente não foge do tema), resolve cuidar da moça e libertá-la da sua vida promíscua e perigosa. É um momento de reerguida para ambos, e a história poderia muito bem estar numa letra de blues.
O blues está presente, na trilha sonora, do início ao fim, o que faz a alegria de pessoas como nós. Vemos uma sociedade sulista e rural, porém miscigenada, onde há o racismo nas falas de alguns, especialmente em momentos de fúria, mas também passa a mensagem de que para se sentir o blues, não é preciso ser um ex-escravo ou ter pele negra, e sim ter dramas pessoais e sensibilidade. A ideia é a de que tais dramas escravizam o ser humano, e isso é mostrado metaforicamente pelas correntes usadas por Lazarus para impedir que Rae fuja sem ser "curada". O próprio bluesman chama a atenção para a "liberdade" que será conquistada quando conseguir seu objetivo e, então, libertá-la das correntes.
Pesquisando um pouco percebi que as críticas e a recepção do público foram moderadas ou negativas, o que é compreensível, já que poucos sabem reconhecer o verdadeiro blues, e quando aparece em forma lírica isso só poderia piorar. Além disso, até mesmo a Christina criticou bastante a equipe de marketing do filme, alegando que sua imagem foi distorcida, sugerindo mais violência contra as mulheres. Observando as capas pelo Google, devo concordar: as imagens de capa e flyers sugerem uma relação masoquista entre os dois personagens principais, com o Samuel assumindo a postura do agressor, o que se mostra oposta à realidade do filme, em que seu personagem é justamente o único que não a enxerga como um objeto e a trata como um ser humano. Por sinal, a imagem ilustrativa desta matéria foi escolhida em detrimento das imagens promocionais por esse motivo.
Trailer oficial
Falando em trilha sonora, temos aqui uma das melhores, incluindo versões cantadas pelo próprio Samuel, de músicas de Blind Lemon Jefferson (Black Snake Moan, que deu título ao filme) e R. L. Burnside, homenageado nos créditos. Muitos temas com slide, lembrando até mesmo a ótima trilha de A Encruzilhada, por Ry Cooder. As falas de Son House também estão presentes, o que dá clima a qualquer trilha relacionada ao tema. Este não foi um filme que causou tanto rebuliço, como Cadillac Records (2008) ou A Encruzilhada (1986), devido ao baixo orçamento e os problemas já citados, mas deve ter seu lugar garantido na videoteca dos amantes do blues. Destaque também para as belas guitarras da Gibson, que aparece nos créditos como apoiadora do filme, o que faz voltar à tona a triste realidade dos valores extremamente exagerados que os brasileiros pagam em bons instrumentos, enquanto pessoas comuns têm acesso a equipamento de ponta em países como os EUA, sem a necessidade de vender a alma para comprá-los.
Ficha técnica
Título: Black Smoke Moan
Título brasileiro: Entre o céu e o inferno
Lançamento: 2007
Direção: Craig Brewer
Distribuição: Paramount Vantage
Ficha técnica
Título: Black Smoke Moan
Título brasileiro: Entre o céu e o inferno
Lançamento: 2007
Direção: Craig Brewer
Distribuição: Paramount Vantage

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O pianista Adriano Grineberg vem, merecidamente, conquistando cada vez mais destaque no cenário blueseiro nacional: com mais de 25 anos de carreira e vasta experiência também em outros estilos, como a new age (com trabalhos autorais), se tornou a principal referência em piano blues em terras brazucas. Recentemente ganhou, pela segunda vez, o Prêmio Profissionais da Música, na categoria Artista Blues.
Adriano participou do programa Vivendo de Música, também vencedor do prêmio, na categoria Programa de WebTV, produzido e apresentado pelo músico Marcio Giovani. Em pouco mais de uma hora e meia temos um agradável bate-papo sobre música e sobre viver de música: o artista conta sua história de forma detalhada, passando pela infância, o estudo da música, as parcerias, os perrengues, as vitórias e sua visão de mundo, dentro do universo musical.
Seu mais recente álbum de blues, Blues for Africa (2013), cantado em seis línguas diferentes, traz autorais e músicas folclóricas africanas, numa bela homenagem ao continente onde estão as principais raízes do gênero.
Ficha técnica:
Programa Vivendo de Música
Gravado em 25/05/2017 no Anjos Studio
Captação de áudio Beto Contessotto, Daniel Araújo
Captação de imagens Siro Souza
Produção, edição e apresentação Marcio Giovani
Adriano Grineberg - Vocal / Piano
Site: programavivendodemusica.com

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A banda mineira Audergang conta sua trajetória
No último domingo a banda Audergang (Belo Horizonte-MG) participou do programa Globo Horizonte, bem cedinho. Entrevistado pela repórter Renata do Carmo, o quarteto falou de suas influências, com a inevitável carga do Clube da Esquina, a cena blueseira no estado e o fazer blues em português, chamando atenção para a música Mineiro e Blueseiro, que traduz perfeitamente a atmosfera em volta do bluesman mineiro.
A Audergang já conta com dez anos de estrada e acaba de gravar seu primeiro DVD, comemorativo, sagrando-se entre as principais bandas do BRBlues. Liderada pelo guitarrista Auder Jr, já subiu ao palco com importantes nomes do blues nacional e internacional, como Celso Blues Boy, Flávio Guimarães, Johnny Winter e Glenn Hughes.
Clique aqui para assistir aos três blocos

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I. Malforea é líder da Distintivo Blue e idealizador da BLUEZinada!
Em maio de 2017 um grupo de estudantes do curso de Cinema da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia nos procurou para gravarmos uma entrevista em vídeo: estavam produzindo um documentário sobre um artista local e o foco era a música autoral, por isso buscavam mais artistas autorais para enriquecer o conteúdo. O vídeo era uma atividade de uma das disciplinas do curso, e existia ainda a possibilidade de enviá-lo a festivais de cinema.
No dia 24 do mesmo mês, I. Malforea, vocalista e líder da Distintivo Blue e editor da BLUEZinada! foi até o Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima com dois desses estudantes, Nathan Soares e Jisely Azevedo, mais especificamente na área do palco da concha acústica, onde foram gravadas as partes faladas das CCCJL Sessions da Distintivo Blue e, diante de uma câmera Canon T5i e um gravador Zoom H4n (coincidentemente os mesmos modelos usados pela banda), respondeu durante aproximadamente meia hora, algumas perguntas relacionadas à realidade do artista autoral independente no Brasil.
Historiador de formação, sempre se preocupou em manter um arquivo com tudo relacionado à banda: cartazes, repertórios, entrevistas em áudio e vídeo, fotos, gravações de ensaios, etc. Obviamente, pediu os arquivos de vídeo e áudio da entrevista. Percebendo que tinha em mãos um material interessante, que serviria como conteúdo para o próprio canal da banda e, ainda, talvez ajudar outros artistas a clarear as ideias sobre essa realidade, decidiu editar e publicar a entrevista. O resultado é o vídeo abaixo: um interessante documento, propositalmente sem cortes, para manter a originalidade. A edição consistiu apenas nas melhoria das cores, a mixagem do áudio e a inserção de texto.
O documentário completo ainda não está disponível. Os produtores já o apresentaram ao professor, mas pretendem reeditá-lo para então publicá-lo. Quando isso acontecer, claro que o postaremos aqui.

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Bela surpresa no último dia 15, pelo Canal Nostalgia: Felipe Castanhari e sua equipe lançaram um vídeo sobre "a maior banda de todos os tempos", os Beatles. Passando desde os primórdios da adolescência de John e Paul até tempos mais recentes, como o lançamento do álbum Let it Be... Naked, idealizado por Paul.
Sempre é bom relembrar ou, para os mais jovens, público-alvo do canal, conhecer o gigantesco pioneirismo dessa banda: shows em estádios, técnicas de gravação, videoclipes, além de dezenas de músicas que receberam tantas versões a ponto de muita gente simplesmente não saber de onde vieram.
O Canal Nostalgia tem publicado ótimos vídeos nesse estilo ultimamente: já falaram de ícones da música, como Michael Jackson, Freddie Mercury, além de temas históricos e políticos, numa linguagem leve, atraente e moderna. Sempre vale a pena conferir as novidades por lá. Confira:

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O guitarrista Nuno Mindelis. Foto: Marcelo Davera
Depois de algumas semanas anunciando com teasers, finalmente chegou o dia da estreia da nova série de vídeos do guitarrista Nuno Mindelis, em seu canal no YouTube. Criado em 2006, teve pouquíssima movimentação: contava apenas com 16 vídeos, geralmente gravações amadoras de shows ou vídeos caseiros do próprio Nuno. Numa era em que conteúdo audiovisual de qualidade e periodicidade clara são cada vez mais necessários na carreira de qualquer músico, esta ótima notícia acolherá muitos fãs do blues, especialmente os que possuem algum contato com o instrumento.
Neste primeiro vídeo, temos a primeira parte de um tema fundamental aos blueseiros que buscam se aprofundar nas nuances do gênero: o shuffle. Nuno o compara ao samba brasileiro, enfatizando sua complexidade oculta nos pequenos detalhes: "É algo de raiz, orgânico, que você ouve o dia inteiro". É difícil perceber, mas talvez soemos tão desajeitados ao tocar um shuffle quanto um estrangeiro tentando tocar samba. É justamente a imersão que minimiza as diferenças e torna a sonoridade mais natural. Feeling puro, que não se conquista da noite para o dia, e sim ouvindo (e tocando) bastante.
Para a série foi criada uma playlist específica no canal: Nuno Mindelis Blues e Derivados, referência ao seu primeiro álbum, de 1990. Os vídeos sairão sempre aos domingos, às 10h da manhã, ótimo dia para conhecer um pouco mais com um dos grandes do blues brasileiro (Nuno é angolano e mora no Brasil há décadas). Confira abaixo o primeiro vídeo, não esqueça de comentar e, claro, compartilhar por aí:

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Mais uma grande iniciativa pelo blues brasileiro vem à tona: a Blues Label (Fortaleza-CE) lançou o projeto Blues Label Convida. Trata-se de uma série de vídeos no YouTube, onde um convidado interpreta duas músicas de sua autoria e uma da banda, acompanhado pela própria. Também há um bate-papo descontraído entre o convidado e o guitarrista Roberto Lessa, para conhecermos sua trajetória. Ideal para conhecermos um pouco mais do cenário do blues brazuca.
Já tivemos a participação da cantora Marília Lima, e agora chega a vez do cantor, compositor e guitarrista Gabriel Yang. Além de suas ótimas faixas autorais, também nos surpreendemos com sua habilidade de construir instrumentos, ainda que não se considere um luthier. Confira, comente e compartilhe por aí. Vamos juntos contribuir com o crescimento do blues brasileiro!
Setlist:
1 - Balada sem nome (Gabriel Yang, Lindemberg Saldanha)
2 - A peleja de Mefisto (Gabriel Yang)
Vídeo extra:
Vídeo extra:

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Mais uma grande iniciativa pelo blues brasileiro vem à tona: a Blues Label (Fortaleza-CE) acaba de lançar o projeto Blues Label Convida. Trata-se de uma série de vídeos no YouTube, onde um convidado interpreta duas músicas de sua autoria e uma da banda, acompanhado pela própria. Também há um bate-papo descontraído entre o convidado e o guitarrista Roberto Lessa, para conhecermos sua trajetória. Ideal para conhecermos um pouco mais do cenário do blues brazuca.
Na primeira edição temos a cantora Marília Lima, também de Fortaleza, interpretando "Sem Você", de Leonardo Vasconcelos (tecladista da Blues Label) e a divertida "Botox", de Luciana Costa, com a conversa entre as duas faixas. A banda também liberou um bônus, "Solidão", música do álbum "12" (2014), na voz da cantora. A série de vídeos será publicada no canal Amplificador e, a cada novo vídeo, também publicaremos aqui. Assista, curta, comente e, principalmente, compartilhe.

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Assista ao clipe
Ouça o BLUEZinada! Podcast sobre o clipe
(link secreto)

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No ano passado, quando do aniversário de 90 anos do pai do rock n' roll, Chuck Berry, a banda Top Rocks (Porto Alegre-RS) fez uma bela homenagem: reuniu 90 músicos, de várias partes do Brasil para gravarem um vídeo solando sobre uma interpretação de "Johnny B. Goode". Assim surgiu este magnífico vídeo de meia hora com diversos estilos, timbres e sotaques diferentes, na grande maioria das vezes em guitarras. Os músicos são de bandas de vários estilos de rock, blues, soul ou mesmo músicos de estúdio e produtores. Nada mais apropriado a este momento em que o mundo da música chora a perda de um de seus maiores ícones de todos os tempos. Confira abaixo a lista completa dos músicos e o ponto específico em que cada um aparece no vídeo.
• 01:55 - Rodrigo Vaz Soares
• 02:14 - Big Gilson
• 02:33 - Jairo Martins
• 02:51 - Chris Lima
• 03:09 - Igor van der Laan
• 03:28 - Bebeto Alves
• 03:46 - Caverna Guitar
• 04:05 - André Kavêra
• 04:23 - Marcos Gonzatto
• 04:42 - Niege Irigaray
• 05:00 - Windson Dantas
• 05:19 - Marcelo Lima
• 05:38 - Ricardo Vignini
• 05:56 - Netto Rockfeller
• 06:14 - Juliano Angelo
• 06:32 - Thiago Guzzo
• 06:51 - Evandro Demari
• 07:10 - Eduardo Branca
• 07:28 - Lucas 'Grinch' Figueiredo
• 07:47 - Nathan Augusto
• 08:05 - Saul Garber
• 08:23 - Billy Joe Rocker
• 08:42 - Roger Rocha Moreira
• 09:01 - Ricardo Sabadini
• 09:19 - Killermano
• 09:38 - Feeu Moucachen
• 09:56 - Priscila Pondera
• 10:14 - Doce Solano
• 10:33 - Gustavo Andrade
• 10:51 - Raffa Cordeiro
• 11:10 - Rodrigo Schier
• 11:28 - Dom Cray
• 11:46 - Diego de Souza Batista
• 12:05 - Eval Silva
• 12:24 - Lennon Z
• 12:42 - Regisson Silva
• 13:00 - Paulinho Bahiense
• 13:19 - Eloí Mendes
• 13:38 - Cokeyne Bluesman
• 13:56 - Paulo Inchauspe
• 14:14 - Reinaldo Figueiredo
• 14:33 - Sirvandez
• 14:51 - Paulinho Barcellos
• 15:10 - Bruno Sartoretto
• 15:28 - Luciano Granja
• 15:46 - Mumu
• 16:05 - Breno Bernardes
• 16:23 - Leandro Boeira
• 16:42 - Frank Solari
• 17:00 - Marcel Bellen
• 17:18 - Rod Dollar Bill
• 17:37 - Humberto Saccol
• 17:56 - Roberto Terremoto
• 18:14 - Gilby Sweet
• 18:33 - Patricia Ninja
• 18:51 - Paulo Toth Junior
• 19:10 - Tiago Dotto
• 19:28 - Carlos Lichman
• 19:46 - Marcelo Truda
• 20:05 - Max Lima
• 20:23 - Thiago Henrich
• 20:42 - Matuza
• 21:00 - John Souza
• 21:19 - Lorenzo Tassinari
• 21:37 - Alexandre França
• 21:56 - Jorge Vargas
• 22:14 - Luciano Albo
• 22:33 - Gabriel Goes
• 22:51 - Charles Busker
• 23:10 - Marcio Praseres
• 23:28 - Rodrigo Braul
• 23:45 - Gus Sickboy
• 24:04 - Manoel Izidoro
• 24:23 - Alexandre Arroyo
• 24:42 - Marcelo Schmidt
• 25:00 - Ivo Souza
• 25:18 - Alexandre da Mata
• 25:37 - Fabinho Vieira
• 25:56 - Anderson Magal
• 26:14 - Luis Motta
• 26:33 - Marcelo Garcia
• 26:52 - Marcelo Froz
• 27:10 - Augusto Rennó
• 27:28 - Castor Daudt
• 27:47 - Perÿ Rodriguez
• 28:05 - Luciana Romanholi
• 28:24 - Hericson Freitas
• 28:42 - Murilo Chaise
• 29:00 - Rafael Cony
• 29:19 - Luciano Leães
• 01:55 - Rodrigo Vaz Soares
• 02:14 - Big Gilson
• 02:33 - Jairo Martins
• 02:51 - Chris Lima
• 03:09 - Igor van der Laan
• 03:28 - Bebeto Alves
• 03:46 - Caverna Guitar
• 04:05 - André Kavêra
• 04:23 - Marcos Gonzatto
• 04:42 - Niege Irigaray
• 05:00 - Windson Dantas
• 05:19 - Marcelo Lima
• 05:38 - Ricardo Vignini
• 05:56 - Netto Rockfeller
• 06:14 - Juliano Angelo
• 06:32 - Thiago Guzzo
• 06:51 - Evandro Demari
• 07:10 - Eduardo Branca
• 07:28 - Lucas 'Grinch' Figueiredo
• 07:47 - Nathan Augusto
• 08:05 - Saul Garber
• 08:23 - Billy Joe Rocker
• 08:42 - Roger Rocha Moreira
• 09:01 - Ricardo Sabadini
• 09:19 - Killermano
• 09:38 - Feeu Moucachen
• 09:56 - Priscila Pondera
• 10:14 - Doce Solano
• 10:33 - Gustavo Andrade
• 10:51 - Raffa Cordeiro
• 11:10 - Rodrigo Schier
• 11:28 - Dom Cray
• 11:46 - Diego de Souza Batista
• 12:05 - Eval Silva
• 12:24 - Lennon Z
• 12:42 - Regisson Silva
• 13:00 - Paulinho Bahiense
• 13:19 - Eloí Mendes
• 13:38 - Cokeyne Bluesman
• 13:56 - Paulo Inchauspe
• 14:14 - Reinaldo Figueiredo
• 14:33 - Sirvandez
• 14:51 - Paulinho Barcellos
• 15:10 - Bruno Sartoretto
• 15:28 - Luciano Granja
• 15:46 - Mumu
• 16:05 - Breno Bernardes
• 16:23 - Leandro Boeira
• 16:42 - Frank Solari
• 17:00 - Marcel Bellen
• 17:18 - Rod Dollar Bill
• 17:37 - Humberto Saccol
• 17:56 - Roberto Terremoto
• 18:14 - Gilby Sweet
• 18:33 - Patricia Ninja
• 18:51 - Paulo Toth Junior
• 19:10 - Tiago Dotto
• 19:28 - Carlos Lichman
• 19:46 - Marcelo Truda
• 20:05 - Max Lima
• 20:23 - Thiago Henrich
• 20:42 - Matuza
• 21:00 - John Souza
• 21:19 - Lorenzo Tassinari
• 21:37 - Alexandre França
• 21:56 - Jorge Vargas
• 22:14 - Luciano Albo
• 22:33 - Gabriel Goes
• 22:51 - Charles Busker
• 23:10 - Marcio Praseres
• 23:28 - Rodrigo Braul
• 23:45 - Gus Sickboy
• 24:04 - Manoel Izidoro
• 24:23 - Alexandre Arroyo
• 24:42 - Marcelo Schmidt
• 25:00 - Ivo Souza
• 25:18 - Alexandre da Mata
• 25:37 - Fabinho Vieira
• 25:56 - Anderson Magal
• 26:14 - Luis Motta
• 26:33 - Marcelo Garcia
• 26:52 - Marcelo Froz
• 27:10 - Augusto Rennó
• 27:28 - Castor Daudt
• 27:47 - Perÿ Rodriguez
• 28:05 - Luciana Romanholi
• 28:24 - Hericson Freitas
• 28:42 - Murilo Chaise
• 29:00 - Rafael Cony
• 29:19 - Luciano Leães

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Durante todo o ano de 2016 a banda manteve ensaios regulares, duas vezes por semana, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, além de ensaios em estúdios pagos. Nesse período fez shows, gravou clipe, amadureceu suas músicas e teve muitas, muitas boas ideias. Mas, nem tudo são flores: o Centro de Cultura, um excelente espaço cultural mantido pelo governo do estado da Bahia em nossa cidade-natal, Vitória da Conquista, foi construído na década de 80 e nunca sofreu grandes reformas até 2013, quando teve sua sala principal interditada por diversos fatores, principalmente relacionados à segurança, impedindo a realização de qualquer evento com presença de público.
Não é novidade que estamos entre os maiores pagadores de impostos no mundo, e que vivemos no país do desperdício, impunidade e descaso. Como é possível, neste país, elementos tão importantes para o bem estar social acabarem sucateados e deixados de lado? O Centro de Cultura clama pela atenção de todos os cidadãos. Pressionemos as nossas "autoridades" para que usem BEM o dinheiro que somos forçados a lhes entregar. Queremos o CCCJL de volta, e já! Nossos impostos e tributos devem retornar à sociedade sob a forma de benefícios! Cultura, educação, saúde, estrutura e segurança.
Esta série de vídeos tem o objetivo de mostrar o resultado de tanto tempo de trabalho, utilizando o espaço do CCCJL, chamando a atenção para sua grave situação: o cenário é dramático: invertemos nossa posição no palco para mostrar a velha e defasada arquibancada, vazia, com cadeiras velhas e quebradas. A (ausência de) paleta de cores remete ao luto: nosso tão querido principal espaço cultural se transformando em mais um elefante branco brasileiro, felizmente ainda zelado com carinho por bravos e guerreiros funcionários e prestadores de serviço. Em meio a isso a DB toca algumas de suas músicas (incluindo as ainda não-lançadas) e covers, seguidas de conversas informais sobre cada uma. A cada semana, um vídeo novo. Confira, compartilhe e apoie a cultura baiana neste momento dramático.
PRIDE AND JOY
Composição: Stevie Ray Vaughan
Well you've heard about love givin' sight to the blind
My baby's lovin' cause the sun to shine
She's my sweet little thang....She's my pride and joy
She's my sweet little baby....I'm her little lover boy
Yeah I love my baby....Heart and soul
Love like ours won't never grow old
She's my sweet little thang....She's my pride and joy
She's my sweet little baby....I'm her little lover boy
Yeah I love my lady....She's long and lean
You mess with her....You'll see a man get mean
She's my sweet little thang....She's my pride and joy
She's my sweet little baby....I'm her little lover boy
Well I love my baby....Like the finest wine
Stick with her until the end of time
She's my sweet little thang....She's my pride and joy
She's my sweet little baby....I'm her little lover boy
Yeah I love my baby....Heart and soul
Love like ours won't never grow old
She's my sweet little thang....She's my pride and joy
She's my sweet little baby....I'm her little lover boy
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Gravado e editado no verão de 2017, em Vitória da Conquista-BA
Idealização e produção: I. Malforea (DIY!)
Distintivo Blue é:
I. Malforea - voz e violão
Rodrigo Bispo no Baixo - contrabaixo e voz
Nephtali Bitencourt - Bateria e voz
Participação especial: Lavus Bittencourt - guitarra
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Este vídeo é um oferecimento de
Distintivo Blue American IPA
Blues autoral, cerveja artesanal
www.distintivoblue.com
www.bluezinada.com.br

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Figura extremamente carismática, conseguiu o que o próprio Marcos chamou a atenção no vídeo: inovou no altamente ortodoxo território do blues. Conseguiu criar uma sonoridade nervosa e agressiva sem sair do estilo e incorporando-se como um ícone eterno. Como uma espécie de híbrido entre Hendrix e Albert King, logo entrou para o clube dos maiores mestres da guitarra blues, se apresentando com frequência junto a lendas como Clapton, BB King, Buddy Guy, Jeff Beck e outros. Sua morte, aliás, se deu num acidente após uma dessas apresentações.
Aumente o volume, curta esta bela homenagem, curta o vídeo e siga o canal do marcos.

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Não é novidade que estamos entre os maiores pagadores de impostos no mundo, e que vivemos no país do desperdício, impunidade e descaso. Como é possível, neste país, elementos tão importantes para o bem estar social acabarem sucateados e deixados de lado? O Centro de Cultura clama pela atenção de todos os cidadãos. Pressionemos as nossas "autoridades" para que usem BEM o dinheiro que somos forçados a lhes entregar. Queremos o CCCJL de volta, e já! Nossos impostos e tributos devem retornar à sociedade sob a forma de benefícios! Cultura, educação, saúde, estrutura e segurança.
Esta série de vídeos tem o objetivo de mostrar o resultado de tanto tempo de trabalho, utilizando o espaço do CCCJL, chamando a atenção para sua grave situação: o cenário é dramático: invertemos nossa posição no palco para mostrar a velha e defasada arquibancada, vazia, com cadeiras velhas e quebradas. A (ausência de) paleta de cores remete ao luto: nosso tão querido principal espaço cultural se transformando em mais um elefante branco brasileiro, felizmente ainda zelado com carinho por bravos e guerreiros funcionários e prestadores de serviço. Em meio a isso a DB toca algumas de suas músicas (incluindo as ainda não-lançadas) e covers, seguidas de conversas informais sobre cada uma. A cada semana, um vídeo novo. Confira, compartilhe e apoie a cultura baiana neste momento dramático.
NJJJ
Composição: Camilo Oliveira / Distintivo Blue
Night time spendin’ Love against the wall
Lucky strike burning me till’ ash and sore
Throwing ash out of candle
Living night, sex and Gamble all right, allright
Got a Jack lying under a frozen soul
Wish that my Love were this frozen so
Flashing flies here at the rock house
Bangging in on this one horse town, allright, all night!!
Hey muddy Jack
Laughting and spinning Forward to get me gone
Hey lonesome world
Blue me away to find out where i belong
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Gravado e editado no verão de 2017, em Vitória da Conquista-BA
Idealização e produção: I. Malforea (DIY!)
Distintivo Blue é:
I. Malforea - voz e violão
Rodrigo Bispo no Baixo - contrabaixo e voz
Nephtali Bitencourt - Bateria e voz
Participação especial: Lavus Bittencourt - guitarra
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Este vídeo é um oferecimento de
Distintivo Blue American IPA
Blues autoral, cerveja artesanal
www.distintivoblue.com
www.bluezinada.com.br

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