Cat-1
Cat-2
Cat-3
Cat-4
Categoria: Eric Clapton
No dia 5 de novembro de 1970, perto de completar 47 anos, a banda Derek and the Dominos apresentou-se no programa "The Johnny Cash Show". Eles tocam "It´s Too Late" e com a participação do próprio Johnny Cash e de Carl Perkins executam juntos "Machbox" que é praticamente o único registro de imagens da banda tocando "ao vivo".
Com as câmeras desligadas, a Derek and the Dominos ainda toca "Got To Get Better In A Little While" e "Blues Power" que foram incluidas na edição de luxo de 40 anos, lançado em março de 2011, pela Polydor.
Imagens & som perfeito extraído do dvd "The Johnny Cash Tv Show, lançado em 2007 pela gravadora Columbia.
Derek and the Dominos
Eric Clapton - Vocal & Guitarra
Bobby Whilock - Vocal & Piano
Carl Radle - Baixo
Jim Gordon - Bateria
Texto: Leo Machado
The Eric Clapton Sessions - Facebook
The Eric Clapton Sessions - Oficial

...

Nada de vocais: Apenas sinta a música. Confira o novo álbum da Distintivo Blue
Todo início de mês postamos o top 10 da BLUEZinada!, com os destaques do site no mês anterior. O objetivo é evitar que boas matérias "se percam" desnecessariamente com o tempo, além de fazer um registro histórico mensal do ano em que vivemos. Com o tempo poderemos pesquisar nesta seção os melhores posts da BLUEZinada!. Nas redes sociais estes posts usarão a hashtag #Top10BLUEZinada para facilitar ainda mais a pesquisa. Confira, abaixo, os dez melhores posts do mês de setembro aqui na zine sobre blues e afins, da Distintivo Blue:
Uma obra de arte: confira nossa resenha deste jogo que mergulha na estética dos anos 30 ao som do mais puro jazz, ragtime e afins.
Em parceria com o Mr. Jones Pub, Vivi Campos lança spin-off do BluesJazzeando, um domingo por mês.
Direto de Iowa City (EUA), Tony Steidler-Dennison traz uma hora com os melhores blues que você provavelmente ainda não ouviu. Exclusividade no Brasil pela BLUEZInada!.
Em comemoração à marca de 10 mil seguidores em seu Instagram, o one-man-band lança coletânea para download gratuito.
Peter Larsen conta como foi o show do deus da guitarra na Califórnia.
O guitarrista Nuno Mindelis dá dicas de shuffle blues com o contrabaixo.
Mesmo em stand by a DB continua trabalhando e buscando formas de não deixar os fãs na mão.
Momento histórico no blues mineiro protagonizado pela banda Audergang.
Apresentado por Jeremy Rees, Soul of the Blues é um programa semanal independente dedicado ao blues, apresentado na Radio Cardiff (País de Gales, UK).
I. Malforea convida um time de peso para discutir sobre o revolucionário fenômeno da Invasão Britânica, que mudou a história da música e da cultura mundial.

...
![]() |
| Wally Skalij / Los Angeles Times |
13/09/2017 - Será a despedida de Eric Clapton? Se a corrida de seus seguidores e discípulos para essas quatro noites no The Forum se se concretizarem como a despedida do "deus da guitarra" de performance "ao vivo", como ele mesmo vem insinuando ... Expira quarta-feira! Qualquer fã desta lenda do rock & blues vai olhar para trás depois nessas noites, com o brilho nos olhos e saber que estava lá. E nesse contexto, o show foi fantástico, Clapton desfilou um conjunto de canções de toda a sua carreira, que incluiu alguns "blues" elétricos de seus próprios heróis, como Robert Johnson e Muddy Waters, um pouco de Cream, seu "power- trio" dos anos 60 e uma sequencia de hits de sua carreira solo como "I Shot The Sheriff", "Tears In Heaven" e "Cocaine".
Quinze músicas se espalharam por uma hora e quarenta minutos de musicalidade impecável com Eric Clapton e sua banda. No entanto, se isso é um adeus, eu gostaria de ter estado lá e sentir esse momento mágico, sentir as faíscas de seus solos de guitarra e ouvir mais suas músicas "ao vivo". É claro que eu estou sendo até de certa forma egoísta querendo mais e mais de quem de certa forma ...não quer mais ... Mais do que Clapton pode oferecer? - E não se deve subestimar o óbvio: Eric Clapton continua a ser um dos maiores de todos os tempos da história da guitarra, respira uma incandescente inspiração que para muitos pode ser saudosismo ou mesmo nostalgia, o fato é vou lembrar desta quarta-feira, dia 13 de setembro de 2017, de cada solo rascante que ele extraiu de sua Fender Stratocaster, de cada "bend" nas cordas e trastes e cordas de seu violão Martin.
Depois de caminhar no palco e oferecer uma simples saudação à multidão que o esperava no The Forum, esse jovem de 72 anos abriu sua noite com "Somebody's Knockin", uma música escrita, mas nunca registrada pelo amigo de longa data JJ Cale, a única faixa de seu último e mais recente álbum "I Still Do" do ano passado, tocado nessa na quarta-feira. Depois de oito minutos emendou direto "Key to the Highway", um "blues"padrão que Clapton gravou várias vezes, mas registrado originalmente pela primeira vez no antológico álbum do Derek and the Dominos "Layla and Other Assorted Love Songs". Clapton, vestindo um conjunto de camisa de manga curta e calça jeans , tocou no meio do palco, o baixista Nathan East e o tecladista e amigo de longa Chris Stainton à sua esquerda, o organista Walt Richmond à direita, o baterista Steve Gadd e as vocalistas Sharon Wright e Michelle John logo atrás de EC.
"I Shot The Sheriff", a versão de sucesso da música de Bob Marley, foi recebida com enorme satisfação pelos fãs do músico. Os monitores de vídeo evitavam visões elaboradas durante a maior parte da noite, optando por focalizar as mãos de Clapton enquanto ele tocava - mais do que já vi em qualquer outro show, observar as mãos de um homem desse quilate executando uma música difícil como "Driftin 'Blues", o primeiro número acústico da noite, seguiram mais sete músicas pelas telas enormes que atravessavam o palco sempre focalizando seu violão, enquanto ele rasgava as cordas de seu Martin. Nos números acústicos no meio do show, a banda está sentada no palco junto com EC, desfilando alguns de seus sucessos mais queridos, como: "Lay Down Sally", a icônica "Layla" e a lacrimosa "Tears In Heaven".
Depois a banda voltou a sequência elétrica, abrindo com uma explosiva abertura e feroz de "White Room" do Cream, até assustei-me com a vibração. Essa música abriu os 40 minutos finais da noite com um toque de energia muito bem-vinda, que quebrado pelos os solos doloridos "Wonderful Tonight", uma das melhores canções de amor de Clapton, antes de um par de composições de um de seus heróis, de Robert Johnson, o primeiro blues elétrico "Cross Roads Blues", uma canção que tem a sua assinatura ao longo de sua carreira, desde a gravação magistral do Cream no álbum "Whells Of Fire" e "Little Queen of Spades" a outra uma composição de JJ Cale que atraiu multidões a longo de sua carreira e vendas astronômicas que mais parece uma composição de Clapton, trata-se de "Cocaine".
Se isso tudo soa maravilhoso ... Bem, foi! Mas também você depois você começa a imaginar ... Como seria se ele tivesse tocado "Layla" em sua versão elétrica original, com Gary Clark Jr., ... O guitarrista faria "coda" de abertura fazendo o papel de Duane Allman como nas sessões gravadas por Derek and the Dominos... Como seria? Uma imaginação sem sentido, na verdade, Clark e Jimmie Vaughan tocaram no bis a música de Bo Diddley "Before You Accuse Me", no lugar de "Sunshine Of Your Love" do Cream, funcionou... Vamos lembrar sempre de como essa noite foi maravilhosa. O guitarrista do Texas, Gary Clark Jr com sua banda tocou durante 40 minutos seus blues-rock de músicas como "Bright Lights", "When My Train Pulls In", e uma versão de "Come Together" dos Beatles entre os destaques. Outra abertura nesta na quarta-feira foi Jimmie Vaughan, com seus blues de estilo "roadhouse" com uma banda que incluia saxofone e trombone em números que incluíam "White Boots", "Roll, Roll, Roll" e "Texas Flood.
Set-List do Show:
01 - Somebody's Knocking (J.J. Cale)
02 - Key to the Highway (Charles Segar)
03 - I'm Your Hoochie Coochie Man (Willie Dixon)
04 - I Shot the Sheriff (Bob Marley)
05 - Driftin' Blues (Johnny Moore's Three Blazers)
06 - Lay Down Sally (Eric Clapton)
07 - Nobody Knows You When You're Down and Out (Jimmy Cox)
08 - Layla (Eric Clapton & Jim Gordon)
09 - Tears in Heaven (Eric Clapton & Will Jennings)
10 - White Room (Jack Bruce & Pete Brown)
11 - Wonderful Tonight (Eric Clapton)
12 - Cross Road Blues (Robert Johnson)
13 - Little Queen of Spades (Robert Johnson)
14 - Cocaine (J.J. Cale)
Bis - Before You Accuse Me (Bo Diddley) (com Gary Clark, Jr. & Jimmie Vaughan)
A banda:
Eric Clapton – guitarra, vocais
Chris Stainton – piano, teclados
Walt Richmond - orgão, teclados
Nathan East – baixo
Steve Gadd – bateria
Sharlotte Gibson – vocals
Sharon White – vocals
Participações Especiais (Abertura do Show):
Gary Clark Jr – guitarra, vocais
Jimmie Vaughan – guitarra, vocais
Set-list: www.setlist.fm
Texto Original: Peter Larsen
Tradução & Adaptação de Texto: Leo Machado (The Eric Clapton Sessions)

...
Eric Clapton foi eleito "comandante" pela CBE Ordem das Artes e das Letras da França, nesta quinta-feira, dia 25 de maio de 2017, em Londres.
Recebeu a condecoração e homenagem através da embaixadora francesa do Reino Unido, Sylvie Bermann, pelos serviços prestados à música.
A condecoração aconteceu momentos antes de Eric Clapton de subir ao palco para tocar no Royal Albert Hall.
"Eric Clapton é um dos mais importantes e influentes guitarristas, que inspirou toda uma geração de músicos na França", destacou a Embaixadora Bermann ao se referir a ele como "um embaixador do blues na França".
Além de realizar um número recorde de shows no The Paris Bercy Concert Hall, Eric Clapton desenvolveu um estreito relacionamento pessoal com a França, lugar que ele visita muitas vezes. Sua música sempre foi saudada calorosamente pelo público francês ao longo da sua carreira, e seis de seus álbuns solo foram premiados com "discos de ouro" pela gravadora francesa.
Ao fazer a condecoração a embaixadora Bermann destacou o papel positivo que a música desempenha na sociedade: "A música aproxima as pessoas, e é isto que tens demonstrado ao longo de sua carreira."
A finalidade da Ordem das Artes e das Letras, que não se limita homenagear apenas cidadãos franceses, é uma forma de recompensar contribuições significativas para as artes e literatura, o enriquecimento cultural como um todo, é um patrimônio para a França.
Extraído da Página: France in the UK
Tradução e Adaptação de Texto: Leo Machado (The Eric Clapton Sessions)

...
Em 1966 a união entre o pioneiro do blues inglês, John Mayall, e um guitarrista de rock que ganhava notoriedade em Londres, Eric Clapton, resultaria em um dos discos mais importantes da história. Bluesbreakers with Eric Clapton é considerado por muitos o grande marco do blues-rock.
Dois anos antes da lendária gravação, Clapton já tinha o respeito do público roqueiro. Seu primeiro grande grupo, o The Yardbirds, mostrava grande potencial dentre as bandas da invasão inglesa: The Kinks, The Spencer Davis Group, The Troggs e outros estouravam nas rádios britânicas e começavam a ganhar fãs pelos EUA. Os Yardbirds ganhavam, gradativamente, seguidores ingleses, ainda mais após o single For your love e o LP Five Live Yardbirds. Porém o guitarrista não estava satisfeito com o som demasiadamente pop. A solução encontrada foi o abrupto abandono, já que seu desejo era tocar blues sem a pressão de empresários e gravadoras.
Por intermédio de um amigo músico, Robert Palmer, em abril de 1965, Eric entrava em contato com John Mayall, líder dos Bluesbreakers, um inglês apaixonado por blues americano e um dos responsáveis pela formação da cena do blues no Reino Unido. Doze anos mais velho, Mayall era mais experiente e grande conhecedor do estilo americano. Apesar de enorme talento (liderava os vocais, tocava teclado, gaita e guitarra base), seu primeiro disco,John Mayall Plays John Mayall, não fora bem recebido pela crítica e a banda acabou demitida pela gravadora.
Clapton sabia que a música do seu futuro parceiro era baseada num blues com fortes influências no jazz e R&B, já que conhecia dois singles do músico: Crawling up a hill e Crocodile walk. Naquele momento, o som apresentado pelos Bluesbreakers não o atraía, entretanto sentia que o certo era iniciar um novo projeto ao lado de Mayall, pois o amor ao blues tradicional era comum. Aos poucos, ele pensava, o som da nova banda se adequaria ao seu gosto, o blues de Chicago. Assim, estava selada uma poderosa parceria e a banda ainda contaria com John McVie, baixo, e Mick Fleetwood, bateria, que mais tarde formariam o Fleetwood Mac.
A partir de abril de 1965, Clapton mudou-se para a casa de Mayall e lá entrou em contato com diversos bluesmen americanos e expandiu seus horizontes (isso em uma época sem internet!). Passava grande parte do dia em seu quarto acompanhando e aperfeiçoando sua pegada na guitarra a partir da música de artistas como Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Otis Rush, Buddy Guy e Earl Hooker.
Com um cachê de 35 libras por semana, o grupo rodava o norte da Inglaterra atrás de shows. A adesão de Clapton aos Bluesbreakers resultou em um fiel público e no crescimento da fama do guitarrista, a prova da sua enorme popularidade seria um grafite com os dizeres “Clapton é Deus” em uma estação de metrô. Os ingleses entravam em contato com um estilo musical novo. Se na casa de Mayall, Clapton vivia em um ambiente sério e familiar, o mesmo não podia ser dito sobre a casa de seus amigos: a vida era corrida e colorida pela experimentação das drogas, pela literatura beat e pelo cinema estrangeiro. Era um período de descobertas para o guitarrista e ele queria expandir seus conhecimentos, queria conhecer o mundo.
Tudo ia bem até que Eric e seus amigos de boemia decidem formar uma banda, Glands. O plano dos 6 companheiros era financiar uma grande viagem pela Europa com os cachês de shows em bares e pequenas casas ao longo da estrada. Evidentemente, Mayall foi pego de surpresa e teve que procurar um substituto para o guitarrista.
Os Glands passaram pela Alemanha e Iugoslávia até chegar na Grécia, onde abriam o show da banda local, Juniors, que tocava covers de Kinks e Beatles. Poucos dias depois do começo desse trabalho alguns membros do Juniors morreram em um acidente de carro e Clapton passou a tocar com a banda grega. Como ele era, de longe, o músico com mais experiência e técnica e tinha o inglês fluente, logo foi agregado à banda e passou tocar seis horas diárias, alternando com a sua banda original. Em pouco tempo, os Juniors tinham shows cheios e eram requisitados em diversas cidades. Para aflição do guitarrista, os sentimentos da época do Yardbirds voltavam e novamente Eric questionava-se: sucesso comercial x satisfação pessoal.
Depois de passar alguns meses longe, desejava o retorno. Entretanto o empresário da “banda emprestada” não aceitou a saída, o chefão tinha uma péssima reputação e tratava seus músicos como escravos. Clapton havia sido alertado sobre o preço de sua desistência: perder os braços! Felizmente, após um minucioso plano, conseguiu voltar de trem para Londres com o tecladista do Glands, Robert Palmer. Saldo da viagem: uma Gibson Les Paul, que fora deixada para trás durante a fuga e a ameaça de perder sua ferramenta de trabalho, seus braços.
Ao retornar à capital inglesa, outubro de 1965, os Bluesbreakers tinham um novo guitarrista, o talentoso Peter Green, e um novo baixista, Jack Bruce. Para o azar de Green, Clapton tinha lugar cativo no grupo e, logo, foi demitido. Essa formação durou pouco tempo, mas, para a sorte do rock, a química entre Bruce e Clapton foi imediata e explosiva. Se Jack Bruce sairia precocemente do Bluesbreakers, ocasionando o retorno de McVie, mais tarde a dupla formaria o Cream, uma das mega bandas do rock.
Após um período de pequenos shows, em abril de 1966, a banda entrava nos estúdios da Decca. O entrosamento era perfeito e Clapton estava com uma nova guitarra, uma Gibson Les Paul em vez da Gibson ES-335, e um amplificador Marshall novo, que davam um som estridente e distorcido. A gravação fora arranjada de forma que desse uma sonoridade de um show ao vivo e em apenas três dias Bluesbreakers with Eric Clapton estava pronto.
Também conhecido como “Beano”, devido a foto da capa em que Clapton lê uma revista em quadrinhos, o disco mudou o conceito de blues. Unindo o blues americano, mais denso, com uma pegada roqueira tipicamente inglesa, Mayall e Clapton foram os responsáveis por uma obra prima.
Enquanto Mayall liderava o grupo com experiência, cantava e tocava teclado e gaita, Clapton tinha liberdade para tocar de forma semelhante aos seus grande ídolos, como Freddie King. Composto por covers, como All your love (Otis Rush/Willie Dixon), Hideaway (Freddie King) e What’d I say (Ray Charles), canções autorais, casos de Little girl, Double crossing time e Key to love, e uma work song rearranjada, Another man, o álbum é perfeito do início ao fim. O disco ainda guarda uma surpresa: Clapton nos vocais de Ramblin’ on my mind, de Robert Johnson (e pensar que naquela época o músico não gostava de sua voz, segundo o próprio, demasiadamente aguda).
A partir de 1966 o blues-rock passaria por experimentações diversas e grandes discos seriam gravados, casos de Revolver (Beatles) e o Pet Sounds (Beach Boys). Contudo, Bluesbreakers with Eric Clapton mudou a trajetória do blues e do rock e tornou-se uma referência obrigatória a todos os amantes de música. Se a parceria entre Mayall e Clapton acabaria logo após o lançamento do primeiro e único álbum, já que ele formaria o Cream com Jack Bruce e Ginger Baker, o mesmo não pode ser dito sobre seu legado, que é eterno.
Postado originalmente em Coluna Blues Rock.
Postado originalmente em Coluna Blues Rock.
Ugo Pate Medeiros é editor do site Coluna Blues Rock e já colaborou em diversos sites e revistas impressas, cobriu festivais como o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival e o Psicodália. Pesquisador musical com ênfase na estadunidense, é um excelente trocador de fraldas e, nas horas vagas, um ótimo saco de pancadas no judô e no jiu-jitsu.
Mais links: Facebook | YouTube | Twitter
Mais links: Facebook | YouTube | Twitter

...

...
Assinar:
Postagens
(
Atom
)
IMPORTANTE: LEIA ESTES POSTS
O que está havendo...
Se você acompanhava nosso trabalho por aqui, com certeza notou que nossas atividades foram completamente paralisadas, desde dezembro de...






