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Categoria: Ouça!
O one man band Ari Frello acaba de anunciar, em suas redes sociais, o lançamento de sua primeira coletânea, em comemoração à marca de dez mil seguidores em seu perfil no Instagram. Entre covers e autorais, a compilação traz dez faixas, de seus quatro álbuns lançados: Pra onde eu for (2012), A simple man until the end (2014), No caminho (2015) e Take 1 (2017). O download é gratuito e pode ser feito através deste link.
Setlist:
1) Look of Fire
2) No Caminho
3) I Just Wanna Make Love to You
4) Pra Onde Eu For
5) A Simple Man Until the End
6) The Song of Soul
7) Maior que Tudo
8) Highway 61 Blues
9) Mustang Sally
10) Crossroads Blues

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Mesmo em estado de hibernação por falta de integrantes, a Distintivo Blue não baixa a cabeça: continua trabalhando e buscando formas novas de agir (a própria existência da BLUEZinada! é uma das principais provas disso, por sinal). Agora lança seu sexto trabalho autoral, o álbum "Shut Up!". O título é autoexplicativo: traz apenas músicas originalmente instrumentais e versões instrumentais de várias de suas canções. Num momento de superexposição a todo tipo de informações, de diversas formas possíveis, a ideia é dar um tempo de toda a loucura em que vive o Brasil atualmente para simplesmente sentir a música. Seu lançamento, no dia 7 de setembro, data em que tradicionalmente temos de ouvir dezenas de discursos vagos, ensaiados e hipócritas, não foi por acaso.
Claro que a banda possui canções inéditas suficientes para um álbum completamente de inéditas, mas enfrenta um período de crise, onde reunir um grupo para ensaiar e entrar em estúdio é inviável, ao menos em sua ainda atual cidade-sede, Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. Perrengues comuns a quem faz blues no Brasil. O álbum, possivelmente o único trabalho sonoro a ser lançado em 2017 pela DB, foi lançado com o objetivo de relembrar aos fãs que ainda há o que se esperar: a banda não morreu, apenas caiu e está se levantando mais uma vez, como todo guerreiro que se preze.
O novo álbum estará disponível nas principais plataformas de streaming e lojas virtuais. Para podcasters, será royalty free, como todos os outros trabalhos anteriores, reflexo do espírito colaborativo sempre presente, que inspirou a criação da BLUEZinada! para o universo blueseiro, e o BLUEZinada! Podcast para o universo podcastal. A banda sempre apoiou iniciativas sinceras, e esta sempre será uma das suas principais características. Confira, abaixo, o setlist completo do novo disco:
1) Blues a Rosa (I. Malforea)
2) Charity and Mercy (Camilo Oliveira, Distintivo Blue)
3) Você Roubou o Meu Pendrive (I. Malforea)
4) Meu Amigo Blues (I. Malforea)
5) Todos os Dias (Rômulo Fonseca)
6) Extempore Blues (Rômulo Fonseca)
7) Missing My Baby, V. II (Camilo Oliveira)
8) Ame a Solidão (I. Malforea)
9) Charity and Mercy, v. Orgânico (Camilo Oliveira)
10) Doze Horas (I. Malforea, Distintivo Blue)
Ouça no Spotify:
Baixe as músicas:
Ouça o álbum na íntegra, no YouTube:

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Para ouvir aqui, use o player acima
O BLUEZinada! Podcast também está disponível em:
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Neste episódio:
Link principal do episódio:
Da África para os EUA e o mundo: blues, uma viagem musical (série completa)
Baseada no Trabalho de Conclusão do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro produzido por Leonardo Nascimento, esta série de posts aborda o blues tanto no contexto histórico quanto em sua estrutura, além de alguns dos seus principais ícones. Destaque para a abordagem sobre o aprendizado do estilo musicalmente, onde o blues brasileiro marca presença.
Citados no episódio:
Leia! Ouça! Assista!
Leonardo Nascimento: The Blues (Martin Scorcese) - 2003
I. Malforea: O Livro do Jazz (Joaquim-Ernerst Berendt, Günther Huesmann)
I. Malforea: O Livro do Jazz (Joaquim-Ernerst Berendt, Günther Huesmann)
Playlist oficial do episódio:
Produção, gravação e edição por I. Malforea
Dúvidas, críticas, sugestões e outros comentários aqui embaixo ou por e-mail: bluezinada@distintivoblue.com
Todas as opiniões emitidas neste episódio são pessoais e não representam necessariamente a postura da Distintivo Blue ou da BLUEZinada!.
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Por volta de 2009 andei ouvindo vários discos-tributo, com destaque para algumas das inúmeras releituras do Dark Side of the Moon, algumas incríveis, mas um belo dia encontrei, em algum lugar obscuro da internet, um disco contendo nove títulos conhecidos na lista: era o Jazz Tribute to Deep Purple, do Air Jazz Quartet. Lembro de escutá-lo incansavelmente. Muito bem-produzido e arranjado, provavelmente o melhor álbum de releituras que já tive acesso.
As músicas são perfeitamente reconhecíveis, mas sem cais nos lugares-comuns. Por vezes há alguns improvisos que fogem totalmente do óbvio, mostrando a vasta bagagem dos músicos. A gravação é impecável. É um verdadeiro disco clássico de jazz, com shuffles, empenações, e até referências à bossa nova e música caribenha. Quem diria que Deep Purple teria como ser associado a isso? Mas não se assuste: é tudo de muito bom gosto.
O Air Jazz Quartet é um obscuro grupo francês, que parece ter se dissolvido há tempos. Praticamente não há informações disponíveis. Nenhuma biografia ou qualquer texto oficial que nos dê alguma referência mais concreta. O máximo que encontrei foi um perfil no MySpace, que conta com quatro faixas, que eu já havia encontrado à época, mas completamente abandonado e tenho minhas dúvidas se é o mesmo grupo. Nenhuma foto. Aliás, a única que encontrei foi num post como este:
Pesquisei, no Facebook, pelos músicos, e os encontrei. Não há qualquer referência ao Air Jazz Quartet em seus perfis, e o baterista Philippe Ballot parece agora se dedicar ao contrabaixo. São caras "das antigas", que não são muito bons em se autodivulgar pela web, daí tamanha dificuldade em encontrar material oficial. Talvez sequer saibam que seu álbum se tornou tão valorizado.
O fato é que temos aqui um ótimo disco de jazz, com músicas já conhecidas, muito bem produzido, pensado e executado. Dificilmente você o encontrará em formato físico ou para download oficial, então nos resta o download ou streaming "alternativo". Uma maravilha como esta não deve cair no esquecimento. Tomei a iniciativa de upá-lo em minha conta na MixCloud, contribuindo para mantê-lo vivo. à medida em que encontrar novas informações, atualizarei este post. E você? Sabe algo mais sobre o grupo ou este trabalho? Conte pra gente.
Air Jazz Quartet
Philippe Ballot : drums
François Barisaux: piano
Alain Gaillet: bass
Philippe Miraille: tenor & soprano sax
Faixas:
1. Hush 3:50
2. Highway Star 5:11
3. Black Night 7:15
4. Smoke On The Water 6:01
5. Woman From Tokyo 4:15
6. Strange Kind Of Woman 5:01
7. Burn 5:23
8. Fireball 5:50
9. Child In Time 7:10
EAN: 3480385233229

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Segundo a imprensa internacional, a morte se deu por causas naturais. Chuck havia prometido um novo álbum para 2017, com inéditas. Desde 1979 não havia material de estúdio novo. Felizmente a família divulgou que os trabalhos de gravação já haviam encerrado, e que o lançamento se dará em junho.
Mas, para os impacientes, foi liberado o primeiro single do agora álbum póstumo: ‘‘Big Boys’’ conta ainda com a participação de Tom Morello (Rage Against The Machine) e o cantor folk Nathaniel Rateliff. Segundo a família, na página oficial no Facebook, o maior desejo do velho Chuck no mo-mento era lançar seu novo disco. Confira:

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Não fomos tão radicais com relação ao conceito, já que temos aqui várias canções em inglês, que passariam despercebidas como gringas junto aos mestres de Chicago, mas a intenção é valorizar os artistas brasileiros, das mais diferentes regiões e estilos: Audergang, Café com Blues, Ari Frello, Facção Caipira, Abluesados, Nuno Mindelis, Celso Blues Boy, André Christovam, Blues Etílicos, Artur Menezes, Distintivo Blue e a lista aumentará com o tempo. Queremos mostrar ao mundo o blues canarinho e, para isso, sua contribuição é fundamental: ouça e siga a playlist, mas também compartilhe, indique e sugira mais artistas. Não esqueça, claro, de ouvir no volume máximo.
Falando nisso, criamos o hábito de sempre, nos intervalos ou pré/pós shows, plugar essa playlist num canal do mixer e deixar rolar. Para isso sempre a temos em modo offline no tablet ou celular. Muitas pessoas ficam encantadas ao ouvir essas músicas pela primeira vez e nos perguntam sobre ela. A ideia é justamente essa: formar público para o BRBlues. Então, se você é músico, dono de estabelecimento ou mesmo um ouvinte, procure fazer isso também. O blues brasileiro merece esse espaço. Contemos uns com os outros para aumentar seus horizontes. Let's jam!

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Em 20 de dezembro de 2016 a Distintivo Blue se reuniu em formato compacto, acústico, para o lançamento das cervejas da Brutos Beer, incluindo a Distintivo Blue American IPA, no Santo Antonio Supermercado, em Vitória da Conquista-BA. Os Joes sempre gravam suas apresentações para simples registro e para corrigir erros. Fazia bastante tempo que não se apresentavam em formato acústico, ou "orgânico", em alusão ao quarto EP da banda, lançado em 2014.
Ao ouvir algumas faixas e achar interessante o resultado, captado por um gravador Zoom H4n posicionado à frente do grupo, com edição mínima (apenas algumas faixas ficaram de fora, alguns espaços vazios e locuções), a DB resolveu disponibilizar aos fãs como bootleg. Foi uma experiência diferente, num lugar incomum, que nos despertou novamente o interesse por apresentações acústicas minimalistas. Esperamos que curtam.
Obs.: este bootleg não será disponibilizado para download: apenas streaming.
Tracklist (com as músicas da DB em negrito):
1) Vivendo Blues (Wylsel Junior)
2) Bucking Blues and Some Perky Loonies (Camilo Oliveira, Distintivo Blue)
3) The Thrill Is Gone (Roy Hawkins, Rick Darnell)
4) De Cara no Blues II (Thomaz Oliveira, Distintivo Blue)
5) Little Wing (Jimi Hendrix)
6) Tanto (I Want You) (Bob Dylan, v. Chico Amaral)
7) Meu Amigo Blues (I. Malforea)
8) Sweet Home Chicago (Robert Johnson)
9) Pride and Joy (Stevie Ray Vaughan)
10) Diglett Blue (I. Malforea, Lavus Bittencourt)
11) Puro Malte (Flávio Guimarães, Greg Wilson)
12) Let The Good Times Roll (Louis Jordan)
13) Mustang Sally (Mack Rice)
14) Blowing in the Wind (Bob Dylan)
15) 2012, Miopia (I. Malforea)
16) Na Trilha do Blues (Thomaz Oliveira)
17) Doze Horas (I. Malforea, Distintivo Blue)

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