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Categoria: Postmodern Jukebox
Notícia bombástica aos fãs interneteiros do jazz: a incrível Postmodern Jukebox, do pianista Scott Bradlee anunciou, em suas redes sociais, a tão esperada turnê pela América do Sul. Serão, até o momento, cinco shows em agosto, sendo quatro no Brasil: Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte e Rio. A divulgação sobre os ingressos sairá na próxima terça (06/06). Contaremos tudo por aqui.
A Postmodern Jukebox ficou conhecidíssima na web por suas divertidas e muito bem trabalhadas versões jazzy de clássicos da música pop. Além da música, os vídeos sempre trazem ótimas performances, tanto dos músicos como de elementos inesperados, como sapateadoras, todos devidamente caracterizados como nos anos 30. Saiba mais, clicando AQUI.

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Hoje vou falar sobre um pessoal que anda bombando nas redes sociais, com incríveis versões vintage de clássicos do pop/rock: a Postmodern Jukebox dá aquele estilo big band de Nova Orleans ou mesmo o jeitão bluegrass de ser a músicas como Sweet Child O’ Mine, do Guns, Livin’ on a Prayer, do Bon Jovi, Careless Whisper, do Wham!, passando por Madonna, Lady Gaga, R. E. M. e uma infinidade de nomes em vídeos muito bem-produzidos e simples. Basta uma câmera fixa, ótimos figurinos, performances bem-humoradas e claro, uma ótima qualidade de gravação e execução por parte de todos os músicos. Numa época em que os covers são postados aos montes no YouTube, competência é algo fundamental para se chamar a atenção. Isso eles têm de sobra.
Este projeto é fruto do pianista e compositor de jazz nova-iorquino Scott Bradlee, que começou esse tipo de trabalho em 2009, com o medley Hello My Ragtime ’80s, apenas ao piano. Em 2012 lançou um disco com releituras de músicas do Nickelback, que trouxe certa projeção e no ano seguinte já passou a investir pra valer na Postmodern Jukebox que conhecemos: uma banda com músicos rotativos e carismáticos, como a cantora Robyn Adele Anderson, que incorpora o estilo pin-up perfeitamente e possui uma interpretação impecável.
Conheci o projeto há algum tempo, através da versão de Sweet Child O’ Mine, com a Miche Braden nos vocais. Simplesmente fantástico. Provavelmente foi o vídeo mais compartilhado da banda, que continua lançando vídeos semanalmente em seu canal do YouTube. No Spotify também há vários álbuns disponíveis e é muito difícil escolher um favorito. É a mais viva prova de que a boa música não morreu: apenas virou as costas à grande mídia de massa, depois de anos sendo ignorada. Agora somos nós que devemos buscá-la, ao invés de simplesmente esperar pelo rádio ou a TV. Enjoy!

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