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Há um ditado que afirma que a solidão inspira os poetas, cria os artistas e estimula a genialidade daqueles que inovam. Há controvérsias, mas somos nós, espectadores deste espetáculo, que agradecemos a estes personagens que, aqui, nos envolvem com Música e, tão folclóricos e existenciais quanto inocentes, são como anjos que nos protegem e palhaços que nos proporcionam alegria.
São esses os protagonistas que intitulam o album do guitarrista Nuno Mindelis : Angels & Clowns.
É o primeiro album de Nuno pela gravadora Shining Stone, e seu sétimo album de estúdio.
Para Nuno, fazer este album foi como superar um obstáculo, compor o repertório foi desafiador porque queria alcançar algo além do mundo do Blues e ainda poder falar para tantas pessoas quanto possível, disse ele no encarte do album.
Nuno assina 10 das 13 composições, e é categórico ao dizer que antes do músico vem o poeta.
O album foi produzido por Duke Robillard, que colocou seu grupo para acompanhar Nuno com Bruce Bears nos teclados, Brad Hallen no baixo e Mark Teixeira na bateria. Robillard também contribuiu com sua guitarra, além do vocal de Sunny Crownover, artista da Shining Stone.
A música 'It´s All About Love' puxou o album, impulsionado pelo video-clipe gravado nas ruas do centro da cidade de São Paulo, um cenário cosmopolita onde a música atraiu a atenção de curiosos, distraídos e amantes, e colocou sorriso no rosto das pessoas em uma verdadeira representação do espírito do tema, que traz ainda o vocal de apoio de Sunny e a guitarra base de Robillard. Na mesma onda contagiante, 'It´s Only a Dream' traz novamente Robillard na base; e o próprio protagonizou a guitarra solo na funkeada 'Hellbound'.
O tema título traz uma onda 'hendrixiana", afinal Hendrix é uma de suas grandes influências, assim como JJ Cale, cuja atmosfera se faz presente no tema 'Miss Louise'.
Nuno não economizou na beleza do seu solo no epílogo de '27th Day'; e trouxe o peso de volta em 'Perfect Blues', em que dialogou com o pedal wha wha e fechou com mais um espetacular solo. Cry Baby! Não podia faltar um Slow Blues, presente na instrumental 'Tom Plaisir'; e um registro tradicional em 'Blues in My Cabin'. O album fecha na onda jazzy com 'Jazz Breakfast at Lakewest'. Discão !
Não é a primeira vez que Nuno grava com uma base formada por músicos estrangeiros, nos albuns Texas Bound (1996) e Blues on the Outside (1999) gravou com o Double Trouble, grupo base do saudoso Stevie Ray Vaughan formado por Tommy Shannon e Chris Layton.
Nuno cada vez mais se destaca no cenário internacional, onde conhecido como "A Fera". Angels & Clowns tem recebido as melhores críticas nas revistas do gênero ao redor do mundo e o album já figura na lista dos mais tocados em algumas rádios especializadas, como a Blues Debut.
Este trabalho foi licenciado com uma Licença Creative Commons.
Crueza, sutileza, profundidade e detalhismo. É que que se encontra neste disco
Meados de 1998. O CD já existia há um considerável tempo, mas, ao menos aqui em Vitória da Conquista, ainda começava a se popularizar. Eram caríssimos para um garoto de 16 anos como eu. Meus pais haviam comprado um micro-system recentemente, e sequer deixavam que eu mexesse nele quando não estivessem em casa. Como era rato de banca de revista, lia bastante, principalmente Superinteressante, a minha revista favorita à época. Ainda lia bastante Turma da Mônica, Disney, etc. Nas revistas da editora Abril havia sempre informações sobre um tal Musiclub. Você deveria comprar quatro CDs a um preço promocional, e então seria sócio do clube. Os CDs chegariam em casa. Desde os tempos do chocolate Surpresa, adorava receber encomendas pelos Correios. Ainda adoro. Então de tempos em tempos chegavam catálogos de CD e, ocasionalmente, também chegavam meus primeiros CDs.
Não me lembro muito bem, mas acho que esse CD era um dos quatro "pioneiros". Eu só conhecia conscientemente a óbvia Every Breath You Take, mas, tal qual o meu primeiro CD do Led Zeppelin, fui com a cara desse inglês e confiei arriscar uma pequena fortuna comprando um disco em que não fazia ideia do que encontrar, além daquela faixa. Minha intuição nunca falha! Este talvez foi o disco que mais escutei na vida, ou ao menos está no top-5. Vale lembrar que eram outros tempos: não havia internet. Não havia MTV por aqui. A rádio 96 FM ainda tocava boas músicas, mas já começava a dar sinais de que não daria mais para se basear em sua programação. Poucas lojas de CDs, e com acervos limitadíssimos. Ou seja: eu, como sócio do Musiclub era, provavelmente o mais bem-informado sobre o mundo musical do meu círculo de conhecidos.
Engraçado como a idade influencia diretamente com o estilo de música que se ouve. Na época, minhas preferidas eram as músicas mais animadas, como Message in a Bottle,De do do do, De da da da, enquanto Russians era a que eu menos ouvia. Hoje eu curto mais as lentas e sutis, como Fields of Gold, When We Dance, e até mesmo Russians. Quando ouvi o CD pela primeira vez, percebi que já tinha ouvido algumas músicas antes, e a que me chamou logo a atenção foi Englishman in New York, uma letra bem interessante sobre o choque cultural a que são submetidos os formais britânicos na descontraída metrópole americana.
Ainda tenho o CD, e muito bem conservado. Há alguns dias, copiei todas as faixas para o iPod, mais algumas que haviam em outra coletânea, que sempre trocava com um amigo, por alguns dias: Wrapped Around Your Finger, So Lonely, Don't Stand So Close To Me' 96, Invisible Sun e Spirits in the Material World. foi uma viagem à minha adolescência. Incrível como haviam detalhes que eu não percebia, e que são tão bonitos. Claro que eu também não tinha um fone de ouvido como o do iPod... O fato é que o power trio Sting, Andy Summers e Stewart Coperland eram (e são) brilhantes. São músicos de altíssimo nível. Uma grande influência jazzística numa banda crua, dos tempos do punk rock, onde excesso de sofisticação era demonizado.
Nas músicas do Police, percebo como o Coperland é um grande baterista. Ele consegue tirar dos cymbals um som extremamente rico, e simples. Hoje consigo ouvir o disco inteiro só prestando atenção ao conjunto cymbal-aro da caixa-bumbo. O Summers faz uma negação total aos tempos do rock pesado do Zeppelin e Purple, deixando muitas vezes a guitarra baixa, bem ao fundo, discreta. Sempre seca e falando, mas não na cara do ouvinte, como bem faziam todas as bandas dos anos 60-70. Realmente eram outros tempos. Já tinha enchido o saco ouvir tantos solos parecidos, impregnados de egos inflados (não que isto não existisse mais, óbvio). Sting é um músico completo: toca vários intrumentos diferentes, e sempre foi um grande compositor. Me admira também como sua voz não perdeu qualidade com o tempo.
Eu ouvia esse disco todos os dias, juntamente com uma coletânea do Men At Work, que falarei depois. Tinha poucos discos, duas ou três gavetas de fitas e só. A maioria dos colegas se contentava com o que estava na moda, então não havia diálogo. Me trancava no quarto e escutava, escutava, escutava. Fui caminhando para o que sou hoje, musicalmente. Ouvia muito Dire Straits também, e achava incrível que o Sting tenha se juntado ao Knopfler em Money For Nothing. Só não havia o Youtube pra me deleitar com vídeos de shows com os dois juntos. Hoje seria um sonho inimaginável ter acesso tão fácil a tanto material bom.
Numa pesquisa rápida, descobri que existem várias edições desta coletânea, e a que eu tenho é a segunda, de 1998:
- PolyGram International (1998)
- "Message in a Bottle" - 4:49
- "Can't Stand Losing You" - 2:58
- "Englishman in New York" - 4:25
- "Every Breath You Take" - 4:13
- "Seven Days" - 4:39
- "Walking on the Moon" - 4:59
- "Fields of Gold" - 3:40
- "Fragile" - 3:54
- "Every Little Thing She Does Is Magic" - 4:20
- "De Do Do Do, De Da Da Da" - 4:09
- "If You Love Somebody Set Them Free" - 4:14
- "Let Your Soul Be Your Pilot" - 4:29
- "Russians" - 3:57
- "If I Ever Lose My Faith in You" - 4:29
- "When We Dance" - 4:17
- "Don't Stand So Close to Me" - 4:03
- "Roxanne" - 3:12
- "Roxanne '97" (Puff Daddy Remix) - 4:33
Engraçado que a faixa 18 foi um dos poucos raps internacionais que já escutei. Até hoje não sei se gosto ou não dessa versão. Rap é sempre difícil de engolir pra mim, exceto pelo CD Quebra-Cabeça, do Gabriel, O Pensador, que também fez minha cabeça e ganhará um post no futuro.
Uma curiosidade é que, nessa época, eu já escrevia algumas letras, e tinha grande facilidade para fazer versões em português de músicas gringas. Fiz, então, uma versão para Every Little Thing She Does is Magic e uma extensão para a versão em português de Fragile, Frágil. O incrível é que até hoje acho boas as minhas versões. Quem sabe um dia não as trago à tona?
I. Malforea
Chegamos à terceira edição da BLUEZinada!, a última de 2012. Nesta edição, falamos um pouco sobre o novo CD da Máfia da Mortadela, onde participamos com a faixa Na Trilha do Blues. A BLUEZinada! completa 1 ano de lançamento, com três edições normais e duas especiais lançadas. A aceitação foi muito boa até aqui, o que é muito gratificante para nós.
Como sempre, você pode baixar, imprimir e distribuir pra quem quiser, assim como sugerir, enviar textos e outros materiais. Queremos suas criações na BLUEZinada! também. Só não esqueça que o foco é blues e jazz. envie para bluezinada@distintivoblue.com.
Para baixar a versão para impressão desta edição, CLIQUE AQUI
Luz & Sombra: Conversas com Jimmy Page
Autor: Brad Tolinski
Editora: Globo
Lançamento: 2012
Nº de páginas: 288





O livro do ano, para os que curtem boa música. Este livro do Brad Tolinski foi uma grande surpresa: descobri pelo Facebook que a Globo Livros estava anunciando seu lançamento e até me interessei, mas sem dar muita bola. Depois os posts foram aumentando e fiquei realmente curioso, até que um conhecido, músico paulistano, me disse ser ainda melhor que Quando os Gigantes Caminhavam Sobre a Terra. Achei difícil, mas foi o suficiente para me convencer a comprar. Que grande surpresa! O livro é um daqueles que te prendem, e quando você menos espera já passou da página 100 há muito tempo. Tolinski é editor-chefe da revista Guitar World há mais de vinte anos, tendo entrevistado vários ícones, como BB King, Clapton e Jeff Beck, figuras que aparecem com frequência neste livro, que se divide em contextualizações no início de cada capítulo e muitas, muitas entrevistas, com o próprio Page ou com algum amigo/conhecido.
Nas entrevistas, recebemos de bandeja inúmeros detalhes da trajetória do líder daquela que já foi considerada(e ainda o é por muitos) a maior banda do mundo. Seu aprendizado como guitarrista de estúdio, que tinha a obrigação de saber tocar vários gêneros diferentes, e sua formação e feeling como produtor. Dá pra se ter uma ideia bem clara de como o Led Zeppelin se tornou o grande amor de sua vida, e como esse assunto é sempre tratado com o máximo de zelo e cuidado por seu líder. O livro acompanha a trajetória de Page desde quando conseguiu sua primeira guitarra até os dias atuais, pós reunião na Arena O2, incluindo todas as parcerias da carreira solo, como com David Coverdale e os Black Crowes.
Para delírio dos guitarristas e qualquer pessoa que se meta com banda, estúdio, composição, etc., temos até mesmo uma seção dedicada exclusivamente a detalhar cada guitarra e amplificador usados pelo mestre, que também não esconde nada sobre os pedais e efeitos que estreou, usou e até mesmo criou em mais de cinquenta anos de carreira. Temos dicas de estúdio, como o segredo da microfonação da bateria de John Bonham e os famosos ecos reversos presentes já no primeiro álbum do Led. Claro, não poderia faltar a velha questão do ocultismo em sua vida e como ele sempre esteve presente em sua música.
Luz & Sombra(em referência à característica de se ter na mesma música os extremos de suavidade e peso, defendida e promovida por Page) mostra um lado humano do ícone da guitarra e da produção musical. São relatos raros de um homem que sempre preferiu estar cercado de mistério e, não raro, fez questão de virar as costas à imprensa, que o subestimou e menosprezou no final dos anos 60, antes do mundo inteiro cair aos seus pés. O livro também traz algumas informações que ao meu ver são até desnecessárias, como uma análise do mapa astral do guitarrista e uma análise de como seu jeito de se vestir influenciou a moda, por pessoas-referência nesses campos. Mas informação talvez nunca seja demais.
O fato é que este é um livro que todo músico e simples amante da música deve ter. Um grande acerto da Globo Livros, a um preço justo e excelente qualidade gráfica. Se ainda tem dúvidas se deve ou não comprá-lo, ouça qualquer música do Led e confie no cara da guitarra. Ele sabe o que diz.
I. Malforea

Conhecendo a DB? preparamos um FAQ(Frequently Asked Questions - Perguntas Mais Frequentes) sobre a BLUEZinada! para que você, que nunca teve contato com uma ou quer saber um pouco mais, fique por dentro do que fazemos.
O QUE É A BLUEZINADA!?
É uma fanzine, ou simplesmente zine, produzida e distribuída pela Distintivo Blue.
DO QUE ELA TRATA?
O objetivo da zine é estreitar a relação entre banda e público, levando principalmente informações sobre a própria DB, mas também com conteúdo sobre o universo blues/jazz, sobretudo nacional. Isso inclui um trabalho de divulgação de outras bandas, dicas de leitura, filmes e discos, artigos diversos, HQ e campanhas de responsabilidade social. Resumindo, é uma espécie de versão impressa pocket do site.
ONDE ENCONTRO UM EXEMPLAR?
As BLUEZinada! são distribuidas nos shows da DB e em pontos culturais específicos. Por exemplo, se a banda fizer um show num teatro e houver a possibilidade, deixaremos alguns exemplares por lá. Damos preferência a locais voltados à cultura, mas não há uma regra: você mesmo pode solicitar o envio de exemplares e distribuir onde quiser.
QUANTO CUSTA UM EXEMPLAR?
Todos os exemplares da BLUEZinada! são gratuitos. Isso para facilitar ainda mais o acesso ao conteúdo produzido pela banda.
HÁ UMA PERIODICIDADE?
Não. tanto as edições regulares quanto as especiais não obedecem um tempo específico para surgirem novas edições. O critério é simplesmente o momento em que a banda está passando e a necessidade de se atualizar conteúdo. A lógica é a de que se a BLUEZinada! tem por principal objetivo ajudar na divulgação dos trabalhos da banda, não teria sentido distribuir uma edição desatualizada num show. É uma espécie de revista oficial da DB e deve sempre trazer informações atualizadas.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE UMA EDIÇÃO REGULAR E UMA ESPECIAL?
As edições regulares são as distribuídas de forma padrão: com tiragem ilimitada até que surja outra edição e sempre distribuídas nos shows e em outros locais normalmente. Sempre que você receber uma edição num show, perceba que se trata de uma edição regular. As edições especiais são produzidas por um motivo específico: um lançamento de CD, uma participação num determinado evento, etc. Geralmente as edições especiais tratam exclusivamente daquele assunto, não necessariamente possuindo as seções fixas da edição regular. E quase sempre possuem uma tiragem limitada: quando acabarem, não imprimiremos mais, mesmo que não haja uma nova edição em andamento.
E QUANTO AO FORMATO DA ZINE?
Optamos por produzi-la no formato mini-zine por vários motivos: o principal é a comodidade para guardar e manusear. Cabe na palma da mão, no bolso, dentro de um livro, em qualquer lugar. É uma forma de estarmos sempre com você. A segunda foi a questão ambiental. Quando lançamos a primeira edição, a DB tocou num festival de três dias, perfeito para testarmos sua eficiência: não queríamos ver nossa zine espalhada pelo chão, sujando o local e desperdiçando tanto trabalho. Então nesse festival comprovamos que, por caber no bolso, as pessoas jogam fora com menos frequência do que se fosse maior. Levamos quinhentas cópias e só encontramos DUAS no chão. Isso consagra o formato e mostra que basta um pouco de criatividade e boa-vontade para ser cidadão.
EU TAMBÉM ESCREVO, DESENHO, ETC. POSSO PARTICIPAR?
Claro! Queremos que vocês participem ativamente dos nossos projetos. Para publicar na BLUEZinada! basta enviar seu material para contato@distintivoblue.com. Não se esqueça que a temática é o blues e o jazz e que textos muito extensos podem não caber numa página da zine.
NUNCA VI A DB AO VIVO. COMO POSSO TER UMA ZINE?
Você tem duas opções: pedir que enviemos alguns exemplares pelos Correios ou baixar a versão impressa da edição que quiser aqui no site mesmo. Todas as edições são publicadas aqui na versão de leitura(como uma revista) e na versão para impressão.
IMPRIMI E NÃO ENTENDI NADA. COMO DEVO FAZER PRA FICAR NO FORMATO DE LIVRINHO?
Estamos preparando material de orientação sobre isso. Aguarde mais um pouco.
POSSO IMPRIMIR POR CONTA PRÓPRIA E VENDER BARATINHO?
Não. As duas únicas restrições da BLUEZinada! são: vender e retirar os devidos créditos. Vide a licença Creative Commons, no rodapé do site e na contracapa da zine.
QUEM CUSTEIA A BLUEZINADA!?
A própria banda. Nós mesmos produzimos, levamos a arte na gráfica e mandamos imprimir. Depois fazemos todo o trabalho de dobrar e cortar todos os exemplares. Além das questões que mostramos acima sobre o formato, imprimir em papel A4 também foi a forma mais barata que encontramos para viabilizar a BLUEZinada!. Estamos estudando também a possibilidade de, para poupar ainda mais o meio-ambiente, lançar alguns exemplares em papel com um dos lados já utilizado.
POSSO PATROCINAR A BLUEZINADA!?
Sim, e esse tipo de ajuda também é muito bem-vinda. Patrocinando você ou sua empresa terão um anúncio na zine e no post específico daquela edição, como pessoa ou empresa que apóia e acredita no blues nacional. Para mais detalhes sobre patrocínio, envie um e-mail para contato@distintivoblue.com.
TENHO UMA DÚVIDA QUE NÃO ESTÁ AQUI. E AGORA?
Basta nos perguntar por e-mail (contato@distintivoblue.com), por algum dos nossos perfis em redes sociais ou até mesmo nos comentários deste post. Este FAQ estará em constante atualização, não se preocupe.
Última atualização: 29/10/2012
Mais uma BLUEZinada! online! A Edição Especial Nº 2 foi feita para ser distribuida no dia 25/10/2012, quando da apresentação da Distintivo Blue no X Festival de Música da Bahia, com a música 2012, Miopia, ainda não-gravada. A tiragem foi limitada a 500 cópias e não haverá mais impressões. Quem pegou, pegou.
Mas calma. Acha que deixaríamos você na mão? A questão é que NÓS não imprimiremos mais esta edição, mas VOCÊ pode ficar à vontade e participar, como sempre. Além de ler a versão online acima, você pode baixar a versão de impressão e distribuir à vontade por aí. Em breve postaremos também um vídeo explicativo sobre como montar a BLUEZinada!.
Aproveite para conhecer um pouco mais sobre a música clicando AQUI.
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