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Resumo: O presente trabalho visa compreender as dimensões que envolvem a análise fílmica da história pensando as formas pelas quais o conhecimento histórico pode ser expresso e construído através de mídias audiovisuais, com foco aqui no cinema. Para tal serão submetidas à análise os filmes "O brother, where art thou?" (2000) e "Honeydripper" (2007), observando assim as formas pelas quais a história do blues é representada cinematograficamente dando atenção especial para a relação entre as ideias de memória e autenticidade enquanto elementos centrais da pesquisa em questão. Em última instância busca-se analisar aqui elementos essenciais para a compreensão da própria ideia de blues enquanto gênero musical no contexto do tempo presente bem como as formas pelas quais o estudo de fontes audiovisuais pode e efetivamente contribui para a construção de conhecimento histórico, tomando como foco aqui a concepção de filmes enquanto lugares de memória, atentando para a forma que o presente reproduz o passado percebido e reconhecido.






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Resumo: Esta dissertação é um estudo histórico e sociocultural sobre o Jazz no Paraná, estado da região sul do Brasil, entre as décadas de 1920 e 1940. O objetivo principal é apresentar uma perspectiva do Jazz na cultura parananense produzida neste periodo. Os dados foram levantados em acervos particulares e institucionais, encontrados no período entre 2002 e 2012 em Curitiba, capital do Paraná. Durante a pesquisa, estudou-se a configuração social paranaense, o Jazz como um fenômeno de massa representado pela presença do Fox-trot e pelas formações Jazz band. Também, procedeu-se a uma análise estrutural e comparativa da obra O Sabiá, o Fox-trot Shimmy de José da Cruz. O período coincide com o momento de modernização do Paraná, quando o fluxo migratório definiu o ambiente urbano tornando, principalmente, a capital Curitiba o local ideal para artistas e músicos que integraram orquestras, conjuntos de câmara, regionais de Choro e Jazz bands. Para se entender esta relação, buscou-se embasamento no conceito de ?Tradução?, apresentado por Stuart Hall, no conceito de ?Interculturalidade? destacado por Nestor Canclini e no conceito de ?Musicalidade? indicado por Acácio Piedade, para então se constatar quais processos interculturais ocorreram no ambiente artístico do Paraná.





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A Distintivo Blue vai entrar em estúdio mais uma vez ainda neste ano! E você pode fazer parte de tudo isso colaborando agora com nosso novo projeto!

A Distintivo Blue (Vitória da Conquista-BA) é uma das principais representantes do blues autoral brasileiro, fora do eixo Rio-São Paulo. Com 10 anos de estrada recém-completados, prepara-se para entrar em estúdio mais uma vez, para a gravação de três faixas: "NJJJ", "Bucking Blues and Some Perky Loonies" e "O Andarilho", que serão distribuídas em todas as plataformas de música através do EP "The JackHammers Sound", em alusão ao projeto "The JackHammers", formado por I. Malförea (baixo, voz), Camilo Oliveira (guitarra, voz) e Nephtali Bitencourt (bateria, voz), atualmente se apresentando regularmente.

Por isso, precisamos da sua ajuda, fã que nos acompanha desde sempre, para pagar os custos com o estúdio, sediado aqui mesmo em nossa cidade. Note que o orçamento é BEM enxuto, por isso tentaremos fazer o melhor trabalho possível, gastando apenas o necessário. Não faremos campanha de divulgação ou nada do tipo: as músicas serão gravadas, e o processo de gravação será documentado por nós mesmos com nossas próprias câmeras e celulares, para a produção de um minidocumentário. DIY!

CLIQUE AQUI, contribua e compartilhe esta página. Só temos UM MÊS para arrecadar esses mil reais. Let's jam, Joes!


A RestGate Blues é uma das principais bandasde blues da Bahia — Foto: Divulgação
A banda RestGate Blues (Salvador-BA) acaba de lançar uma vaquinha virtual para a gravação do seu primeiro EP, contendo cinco músicas: três já conhecidas pelo público e duas inéditas. aos 16 anos de carreira, mantém viva a chama do blues no recôncavo baiano se apresentando com frequência e participando da produção de festivais, como o Agosto de Blues (Cachoeira-BA) e o Festival de Blues no Vale do Capão (Chapada Diamantina).

Para colaborar, basta doar qualquer quantia acima de R$25,00, podendo ser pago com cartão de crédito ou boleto. A data-limite é 07/11/2019. Através da página da campanha, a banda também postará as novidades do projeto. 

Confira, clicando AQUI.




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Desde o Live Aid de 1985 celebra-se, por todo o planeta, o dia mundial do rock, provavelmente o gênero musical que melhor soube manter sua essência ao mesmo tempo em que se adaptou aos incontáveis contextos locais por todo o planeta. O rock enquanto símbolo de rebeldia e negação às gerações anteriores já não é tão jovem, mas certamente mantém jovem a mente de inúmeros senhores e senhoras, enquanto funciona como elo quando surge nas guitarras e fones de garotos sonhadores em seus quartos. 

Vale lembrar que o rock foi a trilha sonora de importantes transformações desde a segunda metade do século XX, como a rejeição ao racismo, a luta por direitos, a liberdade de expressão, a crítica social, a igualdade que hoje vemos expressa em nossa Constituição, por exemplo. Os roqueiros foram os pioneiros em levantar a voz e romper com velhos paradigmas num mundo abalado pelo pós-II Guerra Mundial, onde a realidade deixou a ficção  a comer poeira, no quesito surrealidade.

Após tantas datas musicais comemorativas como o São João, o Dia Mundial do Rock acaba por ser a redenção daqueles que curtem um som mais pesado. Assim, há shows temáticos em qualquer cidade, incluindo não só o dia 13, mas toda a semana. Em Vitória da Conquista, foram diversas as opções, mas foi no ainda novo Fenix Rock Bar, único do gênero na cidade, que tudo pegou fogo, no melhor estilo rock n' roll: sem frescura e em alto volume. 

Considero o Fenix como herdeiro legítimo do legado do falecido Paraki, local onde os roqueiros se reuniram por anos até o fim da década passada e que foi sinônimo do rock conquistense, assim como o programa O Som da Tribo e as próprias bandas locais. Lá nos sentimos em casa, encontramos amigos novos e das antigas, ao som da boa música que nos interessa, o que é cada vez mais raro em tempos como hoje. O grande diferencial do Fenix em relação ao Paraki é a possibilidade de shows ao vivo, o que também remete à Casa do Rock, importantíssimo local que mereceria um texto à parte e que já não está entre nós há algum tempo.

The Dug Trio

O som ficou sob o comando do Dug Trio, grupo acústico, com três vozes, formado por I. Malförea (Distintivo Blue), Bruno Greaser e Lavus Bittencourt (The Outsiders). Com violão, guitarra, cajón, e gaita, os três vocalistas, fizeram um mix de rock n' roll, blues, country, folk, dando uma pequena amostra do que estaria por vir. O show começou às 21:30h ao som de Johnny Cash, variando o vocalista principal a cada música, mas com os demais acompanhando com grande harmonia.

Uma hora e meia depois, Bruno e Lavus saem do palco, dando lugar a Camilo Oliveira (guitarra e voz) e Nephtali Bitencourt. O novo trio é formado por membros da Distintivo Blue e se chama The JackHammers. Esta foi sua primeira aparição pública, preparando o público para a primeira noite do Moto Rock 2019, que acontecerá de 19 a 22 de setembro no Centro Cultural Glauber Rocha. O grupo tocou cinco músicas, incluindo NJJJ, autoral, já executada em shows pela Distintivo Blue desde 2014 e que está entre as próximas da fila a ganhar uma versão de estúdio.

The JackHammers

Em seguida, são chamados ao palco Lavus Bittencourt e Rômulo Fonseca, ex-guitarristas da Distintivo Blue, para uma reunion comemorativa pelos 10 anos da banda. No palco, três guitarristas, um baterista e um vocalista/gaitista tocando apenas canções autorais: Blues do Covarde (primeira faixa do primeiro EP, de 2011), Charity and Mercy (do disco Todos os Dias, Vol. 1, de 2015), O Álcool Me Persegue (da banda punk Cama de Jornal, gravada em 2012, no EP Riffs, Shuffles, Rock n' Roll, com a participação de Nem e Rose, autores da música), Na Trilha do Blues (lançada no mesmo disco) e De Cara no Blues, faixa autoral da antiga banda The New Old Jam, que deu origem à DB, lançado no mesmo EP de 2011.

Na plateia, muitos músicos, incluindo Nem (Cama de Jornal), que se juntou ao grupo e conduziu todo o bar em O Álcool Me Persegue. A DB não se apresentava em público desde o final de 2016, quando se desmembrou e permanece em pausa até o momento, mas ainda lançando material e planejando gravar novas músicas ainda neste semestre. No palco, os três membros fundadores da banda: I. Malförea, Rômulo Fonseca e Camilo Oliveira, que há 10 anos faziam os primeiros ensaios, ainda buscando um formato para a banda, que possuía o nome provisório de Bluenote Band. O Fenix foi abaixo ao som do blues autoral do sudoeste da Bahia.

Todos reunidos para tocar e cantar Black Sabbath

A esta altura, já madrugada adentro, os Joes deram lugar ao trio instrumental The Surf Riders, formado por Lavus Bittencourt (guitarra), Gleidson Ribeiro (baixo) e Ed Goma (bateria), todos membros da banda country The Outsiders. O grupo trouxe o rockabilly da melhor qualidade ao espaço, que mal teve tempo de recuperar o fôlego. Isso é o rock n' roll: música bem feita, bem executada, sem subestimar a inteligência de quem escuta. E tudo isso como uma grande diversão.

Bruno Greaser volta ao palco, completando os Outsiders. Agora é a vez do country, um dos ingredientes essenciais do rock. A banda, única do gênero na cidade, foi formada em 2016 e arranca aplausos onde passa. Em seu repertório, tanto clássicos como Willie Nelson e Johnny Cash como bandas independentes, como Johnny Trouble (Alemanha) e The Railbenders (Colorado, EUA). Desta foi, aliás, a última faixa da apresentação, Whiskey Rain, que contou também com I. Malförea nos backing vocals.

Para finalizar o roteiro, The Dug Trio retornou ao palco, relembrando Zé Ramalho, Deep Purple, Led Zeppelin, a Jovem Guarda (primeira manifestação do rock no Brasil), Raul Seixas, Belchior e diversos nomes que construíram a história do rock por aqui. o Bar ainda estava lotado e todos felizes por celebrar juntos a música que amam e vivem.

JayVee foi um dos que continuaram a noite no palco

Este teria sido o final da noite, mas todos queriam mais: de improviso, I. Malförea (voz), Gleidson Ribeiro (baixo), Lavus Bittencourt (guitarra), Nephtali Bitencourt (bateria) e o público (coral) tocaram, ainda, N.I.B. e War Pigs, do Black Sabbath. Em seguida, o cantor JayVee evocou Elvis com seu violão, acompanhado de Nephtali (bateria) e Malförea (baixo e backing vocal). Depois foi a vez de Renno Siqueira trazer o som do grunge, e vários outros músicos continuaram revezando o palco até o fim da noite, que ficará na memória de todos por bastante tempo. Esse é o poder do rock n' roll: o de reunir pessoas em seu nome e torná-las um pouco (ou muito) mais felizes do que estavam. E o melhor: essa música é imortal! Long live rock n' roll!!!

Veja mais fotos e vídeos em @DistintivoBlue.



Los Angeles, Califórnia — Craft Recordings tem o prazer de anunciar o lançamento de “Live At Woodstock”, com a performance completa do Creedence Clearwater Revival no histórico festival. Com lançamento programado para o dia 2 de agosto, “Live At Woodstock” estará disponível nas plataformas digitais (incluindo alta resolução 96/24). Os fãs podem ter uma amostra do álbum com o primeiro single digital, “Born on the Bayou,” disponível a partir de hoje no iTunes e serviços de streaming. 

Em agosto de 1969, quando subiu ao palco em Woodstock, o Creedence Clearwater Revival estava no auge de um ano incomparavelmente prolífico e prestes a se tornar uma das maiores bandas do mundo. Seu som sulista (que descaradamente destacava-se da psicodelia reinante daquela época) era um dos pilares nas rádios, graças ao sucesso dos singles “Proud Mary”, “Bad Moon Rising” e “Green River”, enquanto a banda participava de shows lotados para multidões em toda a América do Norte. Apenas oito meses antes, John Fogerty, Tom Fogerty, Doug Clifford e Stu Cook lançaram seu segundo LP, “Bayou Country”, seguindo o modesto sucesso de seu álbum de estreia, em 1968. No final da primavera, o álbum entrou no Top 10 da Billboard. Surpreendentemente, a banda lançaria mais dois álbuns que alcançariam o Top 10 antes do final de 1969: “Green River”, que chegou às lojas apenas algumas semanas antes de Woodstock (e se tornou seu disco principal, o número um), seguido por “Willy and the Poor Boys”, em novembro.

Creedence foi encaixado para se apresentar na privilegiada noite de sábado em Woodstock, após o Grateful Dead. Extremamente requisitada, a banda tinha liderado muitos dos festivais maiores naquele verão, incluindo o Atlantic City Pop Festival, o Newport Pop Festival em Northridge, Califórnia, bem como nos principais palcos em Atlanta e Denver. Para muitos artistas, o concerto de três dias em Upstate New York era aparentemente apenas mais uma parada na turnê; eles mal sabiam que Woodstock se tornaria um momento decisivo na história da cultura pop. O Creedence subiu ao palco mais tarde do que o planejado, na sequência de um set extra longo apresentado pelos Dead. Já passava da meia-noite de domingo, 17 de agosto, e muitas das pessoas na audiência já tinham se retirado para suas tendas. O CCR se recusou a ser incluído no documentário de 1970, “Woodstock”, e no álbum da trilha sonora do filme, apesar de seu desempenho abrasador. Infelizmente, por causa de sua ausência do filme e da trilha sonora, é fácil esquecer que a CCR foi um dos principais artistas a se apresentar em Woodstock — e talvez o melhor do festival.
 
Agora, 50 anos depois, ‘Live at Woodstock” oferece aos fãs um lugar na primeira fila para reviver o show de uma hora de duração do Creedence Clearwater Revival, como foi apresentado naquela noite. Começando com “Born on the Bayou”, o álbum apresenta os maiores singles da banda, além de seleções de seus três primeiros LPs, incluindo “Commotion”, “Ninety-Nine and a Half (Won’t Do)” e “ Bootleg.” Cheio de energia criativa, John, Tom, Stu e Doug mergulham fundo em sua música, tocando improvisações estendidas das músicas “I Put a Spell on You”, “Keep on Chooglin'” e “Suzie Q.”
 
Após sua apresentação em Woodstock, o Creedence terminou o ano de 1969 com chave de ouro: fazendo sua segunda aparição no ano no The Ed Sullivan Show, lançando o single, quase um hino, "Fortunate Son" (cuja gravação foi adicionada ao National Recording Registry pela Biblioteca do Congresso americano por ser "cultural, histórica ou esteticamente significativa") e gravando seu quinto álbum de estúdio, “Cosmo's Factory”, que seria lançado em 1970.

Embora o Creedence Clearwater Revival tenha estado ativo apenas por um breve período (de 1968 a 1972), a banda conseguiu realizações criativas e um grande sucesso global conquistado por poucos outros em um período de tempo tão curto. Formado em 1968, o grupo de rock do norte da Califórnia se conectou com um rico e tradicional filão de música americana que incorporou elementos de swampy blues da Louisiana, country, rockabilly, gospel e folk. No decorrer de seu tempo juntos, o Creedence lançou sete álbuns de estúdio pela Fantasy Records (dois deles chegariam a número 1, e três deles chegariam ao Top 10 da Billboard). Eles ainda conseguiram nove singles no Top Ten e tocaram mais de 150 shows em todo o mundo.
 
Até o momento, o Creedence Clearwater Revival continua sendo uma das bandas que mais vendeu discos em todos os tempos e é um dos poucos artistas a receber a cobiçada certificação Diamond da RIAA, marcando 10 milhões de unidades vendidas nos Estados Unidos pela compilação de 1976, “Chronicle: 20 Greatest Hits”. Meio século depois, a música da banda perdura  apenas nos últimos anos, suas canções apareceram em alguns dos filmes mais populares (The Post, War Dogs, Suicide Squad), programas de TV (The Voice, The Strain, Good Girls Revolt) e video games (Mafia III, Watch Dogs II, Crackdown 2), permitindo que uma nova geração de fãs possa descobrir clássicos como "Fortunate Son, "Bad Moon Rising" e "Have You Ever Seen The Rain?"

Clique aqui para o stream ou para o download do primeiro single, “Born on the Bayou” ou clique aqui para a pré-venda do álbum “Live at Woodstock”.

Texto: Craft Recordings




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