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Março 2017

Produzido e apresentado por Tony Steidler-Dennison direto de Iowa City, EUA, o Roadhouse Podcast está na ativa desde fevereiro de 2005. Seus episódios sempre são disponibilizados aos sábados, trazendo uma incrível seleção com os melhores blues, de artistas conhecidos mundialmente ou mais obscuros. Experimente e passe adiante!

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We jump back into the flow that you’ve come to expect from The Roadhouse after a slight diversion in the last hour. It’s almost all contemporary blues, including a set that builds from there into a pretty rip-roaring blues rock track. Southern Avenue, Coco Montoya, Jeff Michaels, Ruthie Foster, and John Németh help make up the hour. There are some folks we haven’t heard from for awhile and at least one making his Roadhouse debut. It all makes for an hour of the finest blues you’ve never heard – another hour of The Roadhouse.
The Roadhouse Podcast 630 Show Notes
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Adrianna Marie and her Roomful of All-Stars
Jump With You Baby
Vizztone
Kingdom of Swing
Amazon mp3 | iTunes
Elvin Bishop
Delta Lowdown
Alligator
Elvin Bishop’s Big Fun Trio
Amazon mp3 | iTunes
Southern Avenue
80 Miles From Memphis
Stax
Southern Avenue
Amazon mp3 | iTunes
Andrew Jr. Boy Jones
Blues Belly
Galexc Records
It’s Me Again
Amazon mp3 | iTunes
Coco Montoya
Before The Bullets Fly
Alligator
Hard Truth
Amazon mp3 | iTunes
Sean Chambers
Sweeter Than A Honey Bee
American Showplace Music
Trouble & Whiskey
Amazon mp3 | iTunes
Jeff Michaels
Red Hot Texas Blues
SRO Records
Red Hot Texas Blues
Amazon mp3 | iTunes
Ruthie Foster
Richland Woman Blues
Blue Corn Music
Joy Comes Back
Amazon mp3 | iTunes
Rhiannon Giddens
Hey Bébé
Nonesuch
Freedom Highway
Amazon mp3 | iTunes
Tedeschi Trucks Band *
Just As Strange
Masterworks
Live From The Fox Oakland
Amazon mp3 | iTunes
John Németh
Feelin’ Freaky
Memphis Grease Records
Feelin’ Freaky
Amazon mp3 | iTunes
Nick Schnebelen
Fool (Live)
Vizztone
Live In Kansas City
Amazon mp3 | iTunes
Samantha Fish
Never Gonna Cry
Ruf
Chills & Fever
Amazon mp3 | iTunes
Katie Webster
The Katie Lee
Alligator
Two-Fisted Mama!
Amazon mp3 | iTunes
Music Bed:
Roy Buchanan
Jungle Gym
X5 Music Group
Blues Instrumentals
Amazon mp3 | iTunes
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Apresentado por Jeremy Rees, Soul of the Blues é um programa semanal independente dedicado ao blues, apresentado na Radio Cardiff (País de Gales, UK). Sua linha passeia entre o blues e soul, das raízes do Mississipi, passando pelo rock clássico, R&B e Southern Soul.

A apresentação ao vivo se dá nas quartas às 9 da manhã (horário de Cardiff) e a versão podcast é liberada sempre aos domingos, inclusive no iTunes. 


Soul of The Blues é membro da IBBA - the Independent Blues Broadcasters Association:http://www.bluesbroadcasters.co.uk/



Descrição do episódio:
Soul of The Blues is a weekly show on Radio Cardiff (11pm on Wednesdays, repeated 7am on Saturdays). This edition features tracks from Geoff Achison; Malaya Blue; Broken Levee; Beki Brindle Band; Mr. Sipp; Brick Fields; Half Deaf Clatch; The Mustangs; Seth Walker; Big Time Bossmen; The Lachy Doley Group; Marcus Malone and George Soulé
Produced & presented by Jeremy Rees, this edition was broadcast on Radio Cardiff 98.7FM on Wednesday 22nd March 2017, and was also heard in syndication on radio stations in Australia (on Radio Goolarri), Germany (on RCFM), New Zealand (on Spellbound Harbour Radio), Puerto Rico (on Jazz & Bossa Radio), Slovakia (on RTI), USA (on KCOR and MDORadioBlues), and in the UK (on Pennine Radio from Yorkshire; WRFN 1025 from Northampton; and Pirate Nation Radio from Bristol).




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Pra combinar com esse clima gotoso de chuva, hoje tem muita música boa na Quinta Musical da Spazio Itália Pizzaria. Você é o nosso convidado especial para curtir esse momento. Pizzas saborosas, música de qualidade e aquela long neck dobrada que não pode faltar. Você não vai perder essa, não é mesmo?

O que: Diglett Joes
Onde: Spazio Itália Pizzaria - Av. Brasil 885, Candeias - Vitória da Conquista-BA
Quando: Quinta, 30/03/2017, às 20h.
Quanto: 0800




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Mais informações: clique aqui




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Hoje é quinta... dia de #VapobluesJá é tradição. Nas quintas, todos os blues levam ao Vaporetto Container BarMelhor maneira de encurtar a espera pelo fim de semana.

O que: Vapoblues, com Handmade Blues
Onde: Vaporetto Container Bar - Rua Leopoldino Silva, 100. Parque Santana 52060-463 Recife
Quando: Hoje, 30/03 às 20h
Mais informações: Vaporetto Container Bar




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Eric Clapton completa 72 anos hoje. O "slowhand" é um dos maiores ícones da música mundial e um dos grandes guardiões do blues. Vamos comemorar, escutando em volume máximo. Vida longa ao deus da guitarra!




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Durante todo o ano de 2016 a banda manteve ensaios regulares, duas vezes por semana, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, além de ensaios em estúdios pagos. Nesse período fez shows, gravou clipe, amadureceu suas músicas e teve muitas, muitas boas ideias. Mas, nem tudo são flores: o Centro de Cultura, um excelente espaço cultural mantido pelo governo do estado da Bahia em nossa cidade-natal, Vitória da Conquista, foi construído na década de 80 e nunca sofreu grandes reformas até 2013, quando teve sua sala principal interditada por diversos fatores, principalmente relacionados à segurança, impedindo a realização de qualquer evento com presença de público.

Não é novidade que estamos entre os maiores pagadores de impostos no mundo, e que vivemos no país do desperdício, impunidade e descaso. Como é possível, neste país, elementos tão importantes para o bem estar social acabarem sucateados e deixados de lado? O Centro de Cultura clama pela atenção de todos os cidadãos. Pressionemos as nossas "autoridades" para que usem BEM o dinheiro que somos forçados a lhes entregar. Queremos o CCCJL de volta, e já! Nossos impostos e tributos devem retornar à sociedade sob a forma de benefícios! Cultura, educação, saúde, estrutura e segurança.

Esta série de vídeos tem o objetivo de mostrar o resultado de tanto tempo de trabalho, utilizando o espaço do CCCJL, chamando a atenção para sua grave situação: o cenário é dramático: invertemos nossa posição no palco para mostrar a velha e defasada arquibancada, vazia, com cadeiras velhas e quebradas. A (ausência de) paleta de cores remete ao luto: nosso tão querido principal espaço cultural se transformando em mais um elefante branco brasileiro, felizmente ainda zelado com carinho por bravos e guerreiros funcionários e prestadores de serviço. Em meio a isso a DB toca algumas de suas músicas (incluindo as ainda não-lançadas) e covers, seguidas de conversas informais sobre cada uma. A cada semana, um vídeo novo. Confira, compartilhe e apoie a cultura baiana neste momento dramático.




TODOS OS DIAS
Composição: Rômulo Fonseca

Todos os dias nessa solidão
Onde tudo parece em vão
Dei a você meu coração
Você disse simplesmente “não”

Quando penso em seu sorriso e em teu cheiro
Tudo parece tão verdadeiro
Mas meu amor não é o bastante pra você
E é por isso que eu digo adeus

Porque só me resta lembrar
Tudo de bom que vivemos
Siga seu caminho, baby
Pois estamos em opostos destinos

Então me resta o blues
Me consolo e sofro sozinho
E é no blues que encontro meu caminho
Sabendo que eu não estou
Totalmente sozinho

Então só me resta o blues
Me consolo e sofro sozinho
E é no blues que encontro meu caminho
Sabendo que eu não estou
Realmente sozinho

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Gravado e editado no verão de 2017, em Vitória da Conquista-BA

Idealização e produção: I. Malforea (DIY!)


I. Malforea - voz e violão
Rodrigo Bispo no Baixo - contrabaixo e voz
Lavus Bittencourt - guitarra e voz
Nephtali Bitencourt - Bateria e voz

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Este vídeo é um oferecimento de

Distintivo Blue American IPA
Blues autoral, cerveja artesanal

www.distintivoblue.com
www.bluezinada.com.br




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Brasil, uma terra multicultural, com seus próprios contos, ritmos, lendas, uma terra de transpira arte de norte a sul será que existe espaço  para o blues na terra do funk?

Estereótipos – O blues na terra do funk
Eu diria a você caro leitor, que para os que julgam os outros pela sua simplicidade, certamente não há espaço para nada que possa ser musicalmente bom no brasil. Há quem defenda que a identidade musical do Brasil morreu nos anos 60. Provavelmente para eles levar o blues na terra do funk é como acender um fósforo dentro de um copo cheio d’água.

Dias inesquecíveis – O blues na terra do funk
As experiências mais incríveis que adquiri ao longo destes anos foram em apresentações ao ar livre, para pessoas que não faziam o tipo intelectual, demostrando sua satisfação a ouvir um som que apenas soou bem aos seus ouvidos.

Então, daqui eu posso abrir para vocês que na minha opinião, as dificuldades atuais quando o assunto é levar o blues na terra do funk não é culpa do povo, nem do funk, nem no pagode, nem do sertanejo e eu faço questão de listar aqui alguns motivos pelos quais o blues aparentemente tem acontecido menos por aqui.

01 – Os editais diminuíram drasticamente pois, após os grandes escândalos envolvendo artistas renomados, este tipo de prática denota um certo marketing negativo.

02 – Depois destes turbilhões de corrupção nos deparamos com muitas cidades em estado de falência administrativa.

03 – A criminalidade cresceu absurdamente, tornando assim os eventos reféns dos estabelecimentos fechados.

Hoje, analisando minha trajetória percebo que tenho uma relação muito pessoal quando o assunto é sobrepor obstáculos.

01 – Um neto de candomblecista que bebeu da cultura afro no meio de gente de bem.

02 – Que posteriormente quis conhecer mais sobre a espiritualidade numa igreja cristã e lá se aprofundou na música, mas teve sua origem subjugada.

03 – Que anos depois resolveu seguir uma carreira artística e teve sua legitimidade questionada por ser um “crente” e por outro lado foi excomungado pelos cristãos.

Experiência Pessoal – O Blues na terra do funk
São coisas como essas que criaram em mim uma relação bastante pessoal sobre as dificuldades do dia a dia, sempre fui questionado e isso é algo que normalmente acompanha a vida de todos, uns mais, outros menos. É o que eu sempre digo, só não vira assunto quem cruza os braços: faça por você e fique pronto para enfrentar novos opositores sempre.

Quem faz a cena acontecer de fato – O blues na terra do funk
Eu poderia dizer que defender o blues na terra do funk tem como dificuldade inicial a desunião e que, se o blues ainda resiste é graças aos desbravadores que com brilho nos olhos cativam a todos para ir em seus shows, que criam uma cena e são apunhalados pelas costas quando um artista de fora aparece e usufrui do público que ele criou, que na maioria das vezes sequer é convidado. Sim: para os desbravadores, difundir o blues na terra do funk é uma coisa muito ingrata.

“Se você não se sente representado não é da sua conta”, ouvi um grande pensador falar essa frase e realmente ele está certo. O funk é um estilo de música na qual certos tipos de pessoas se sentem representadas e até estas, na maioria dos casos, não  gostam das melodias dos famosos proibidões, que fazem apologia à pornografia, baixarias e violência.

E para você, é possível difundir o blues na terra do funk?

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Ari Frello é guitarrista, violonista, gaitista, cantor, compositor, produtor musical e professor de música. Está na estrada desde 2008 e se tornou conhecido por seu trabalho como "One Man Band". Já lançou três álbuns autorais e já trabalha no próximo. Siga-o no SpotifyYouTubeInstagramTwitter e Facebook.




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Candice Fiais (BA) interpreta o clássico de Robert Johnson, acompanhada de Icaro Britto no violão dobro.

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Hoje vamos falar de um instrumento muito especial: o cajón, aproveitando que tenho uma relação de afeto muito forte com esta intrigante caixa de madeira metida a bateria. Há uns quinze anos me deparei com um amigo tocando e fiquei impressionado com o que escutei. Daí mandei fazer um, numa marcenaria com um cara que só havia feito um antes, aquele do meu amigo. Até hoje tenho esse cajón e só comprei outro, de marca, ano passado. Posso dizer que é um grande companheiro. Aprendi a tocar e cantar ao mesmo tempo em tempos de falta de baterista na banda. Durante um ano inteiro ficamos assim (e a banda só não acabou por causa disso), e hoje não faço barzinho sem um dos dois: Don ou Al Cajóne.

O cajón (caixão, em espanhol, pronuncia-se “carrón”) foi inventado no século XIX no Peru, pelos escravos impedidos pela Igreja de usar seus instrumentos africanos, assim como aconteceu nos EUA. Porém, ao contrário dos futuros blueseiros, os negros do Peru colonial continuaram concentrados na percussão e adaptaram as caixas de transporte de frutas e outras mercadorias para extrair sons e utilizá-los em suas manifestações artísticas e religiosas. Simples assim. O instrumento sofreu algumas transformações com o tempo e passou-se a usar cordas de baixo, violão ou esteiras de bateria atreladas à parte interna da tampa, dando o som característico da caixa clara da bateria. Dependendo da região tocada pode-se obter sons graves, como um bumbo, agudos como o da própria caixa ou sons intermediários, como os tons.

Costumo dizer que se for preciso traduzir a percussão num só instrumento, seria justamente o cajón. Isso porque é possível tirar algum som de qualquer região sua, não só do tampo. Hoje em dia é comum ver o músico usando alguns acessórios para complemento, como vassourinhas, pratos de ataque ou chocalhos presos às pernas, simulando um cymbal. Todo cajonero passa pela divertida situação de ver alguém da plateia virando a cabeça com aquela cara de cachorro confuso tentando entender de onde vem tanto som. Sempre haverá muita,mas muita gente nas apresentações tendo sua primeira visão de um cajón. Responder a perguntas também faz parte do trabalho de um cajonero.

O falecido Paco De Lucia popularizou o instrumento no flamenco, gerando até mesmo certa confusão sobre sua origem, que muitos acabam por pensar ser espanhola. Mas o cajón é muito versátil e pode ser usado em qualquer gênero musical. Não há limites para a caixona. É algo tão simples que consegue ser extremamente sofisticado, desde que haja um bom e criativo músico sobre ela. Costumo usar no blues, country, folk, rock e até mesmo jazz. Se bem usado não deve nada a uma bateria. Se você gostaria de ter um e está indeciso se deve ou não comprar, sugiro apenas escolher uma boa marca (há várias brasileiras, de ótima qualidade) ou alguém que saiba realmente fazer e ser feliz. Não é à toa que o cajón hoje é considerado oficialmente Patrimônio Cultural da Nação, em seu país natal.









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JayVee é brasileiro, mas morou por 26 anos em Nova Iorque, onde se apresentou despretensiosamente em clubes com os amigos. Enquanto isso compôs inúmeras canções contando suas histórias. Em 2013 retornou ao Brasil e desde então vive em Vitória da Conquista-BA, se apresentando em bares e ensinando inglês. 


Nesta série de vídeos gravados no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, teremos covers e canções autorais, no formato mais simples e direto possível: voz e violão, com o mínimo de edição, para transmitir a musicalidade de forma orgânica. 

Ficha Técnica:
JayVee - CCCJL Sessions #04
Gravado em março de 2017 no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima 
Jayvee1st - voz, violão
I. Malforea​ - câmera, áudio, edição e produção
Singing Rock n' Roll by JayVee
Agradecimentos ao Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima 

Leia a BLUEZinada​!, a zine sobre blues e afins, da Distintivo Blue​.





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Em tempos de grandes perdas, Eric Clapton nos dá um pequeno susto: devido a uma bronquite, sob aconselhamento médico, cancela dois shows marcados em Los Angeles, para os dias 25 e 26 de março, que foram reprogramados para setembro. O guitarrista disse estar muito chateado em decepcionar os fãs, mas "bola pra frente". Em setembro já haviam dois shows programados em L. A. (15 e 16), e continuam de pé.





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Mais uma homenagem ao inigualável Chuck Berry, desta vez pelo Márcio Guerra, professor de canto responsável por ums dos melhores canais sobre música do Brasil.

Clique aqui para conferir (não se esqueça de assinar e ativar as notificações)





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Vivi Campos é produtora e apresentadora do BluesJazzeando

O programa BluesJazzeando é apresentado todas as quintas, das 19h às 20h, direto da Argentina, com produção e apresentação da atriz e locutora Vivi Campos. Siga-a no Mixcloud e nunca mais perca um programa.



Descrição do espisódio:


BluesJazzeando" * Un viaje en el Tiempo, con historias y ritmo!
-Programa De Radio-Idea, Producción y Conducción: VIVI CAMPOS
3RA. TEMPORADA!!! TODOS LOS JUEVES, DE 19 A 20 HS, SALIDAS por www.radioarroba.com
PRODUCCIÓN EJECUTIVA: "CABALLITO BLUES"* Jose Luis Castagnaro
* PROGRAMA Nº 8 - JUEVES 23-03-2017- "EN VIVO" :
"LEONARDO PARRA CASTILLO"
El Talentoso "Embajador" del Blues Colombiano se sube a nuestro Expreso y nos lleva a recorrer el Delta del Mississippi, con su simpleza y su Alma !!!
Increíble ACÚSTICO+ENTREVISTA "EN VIVO" en el Gran Estudio de RadioArroba y la magia técnica de Matias Perez Arrieu!!!
Contactate a nuestra FAN PAGE: www.facebook.com/BluesJazzeando
Más info:"BluesJazzeando" by VIVI CAMPOS: vivkaart.wix.com/vivicampos




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Pela primeira vez, o Blues Bar, Whisky de Segunda e a banda PULSE - Pink Floyd, juntos por uma grande causa! União das bandas com o BluesBar e a jornalista Michelle Rossi em prol dos Cachorros Abandonados !!!

Toda a verba da entrada será destinada a Associação de Proteção Animal Sueli Craveiro Cão Feliz, sediada em Campo Grande.

PARTICIPE VC TAMBÉM DESTA GRANDE FESTA E VAMOS AJUDAR NOSSOS AMIGUINHOS ABANDONADOS!

DATA: 24/03 - Sexta
LOCAL: BluesBar
ENTRADA: R$ 15,00 (totalmente revertida à ONG Cão Feliz)
SHOW: início às 22 h
Mais info: clique aqui

Para ajudar a ONG Cão Feliz:

Contas para doação:
Banco ITAU
- Agência: 7408
- Conta Corrente: 09260-4
- CNPJ: 18638792/0001-90

Banco CAIXA
- Agência: 1464 – Op.003
- Conta Corrente: 4147-6
- CNPJ: 18638792/0001-90

Para mais informações sobre a entidade, entre em contato com o telefone (67) 99268-9882.




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Homenagem do Canal Alta Fidelidade ao Chuck Berry.




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We lost another blues great this week with the passing of James Cotton. This edition of The Roadhouse is a rememberance that keeps the context of his musical impact at the forefront. Of course, his context is unequivically Chicago and the legendary blues scene in that city. So, this hour is centered in Chicago, focused on James Cotton, and surrounded by artists who also helped to contribute in making his time in the blues some of the best. Buddy Guy, Lonnie Brooks, Koko Taylor, Luther Allison, and, of course, James Cotton make for another hour in The Roadhouse of the finest blues – the 629th Roadhouse Podcast.
The Roadhouse Podcast 629 Show Notes
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James Cotton
High Compression
Alligator
High Compression
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Jimmy Rogers
Chicago Bound
MCA
Jimmy Rogers: His Best
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Buddy Guy
She Suits Me To A T
Geffen
The Complete Chess Studio Recordings
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The Jimmy Cotton Blues Quartet
Cotton Crop Blues
Vanguard
Chicago/The Blues/Today!
Amazon mp3 | iTunes
Otis Rush
I’m Satisfied
Geffen
Door To Door: Otis Rush and Albert King
Amazon mp3 | iTunes
Otis Spann
Get Your Hands Out Of My Pocket
Shout!
Otis Spann’s Chicago Blues (with James Cotton, Johnny Young, Big Walter Horton & Johnny Shines)
Amazon mp3 | iTunes
The Lonnie Brooks Blues Band
Move Over, Little Dog
Alligator
Living Chicago Blues, Vol. 2
Amazon mp3 | iTunes
Hound Dog Taylor & The Houserockers
44 Blues
Alligator
Hound Dog Taylor & The Houserockers
Amazon mp3 | iTunes
Koko Taylor
Greedy Man
Alligator
Force of Nature
Amazon mp3 | iTunes
Billy Branch, Charlie Musselwhite, James Cotton, & Sugar Ray Norcia
The Hucklebuck
Telarc
Superharps
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Little Walter
Going Down Slow
Hip-O Select Retail
The Complete Chess Masters
Amazon mp3 | iTunes
Luther Allison *
Someday Pretty Baby
Motown
Luther’s Blues
iTunes
James Cotton feat. Gregg Allman
Midnight Train
Alligator
Cotton Mouth Man
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Lafayette Leake
Train Boogie
Disques Black & Blue
Easy Blues
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Muddy Waters
Deep Down In Florida
Epic/Legacy
Hard Again
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Howlin’ Wolf
Moving
Geffen
The Chess Box
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Music Bed:
James Cotton
Creeper Creeps Again
Sony
100% Cotton
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